‘Não será surpresa se a classe trabalhadora se insurgir durante a pandemia’, diz revista

Artigo do professor de história Joshua Freeman, publicado na site da Jacobin, aponta a possibilidade de uma grande insurgência da classe trabalhadora durante a pandemia do coronavírus

Faixas pelo "Fora Bolsonaro" no acampamento no Palácio do Governo.
Faixas pelo "Fora Bolsonaro" no acampamento no Palácio do Governo. (Foto: Valmir Macêdo/Cidadeverde)
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247 - Artigo do professor de história no Queens College e no City University of New York Graduate Center, Joshua Freeman, publicado na site da Jacobin, aponta a possibilidade de uma grande insurgência da classe trabalhadora durante a pandemia do coronavírus. Ele faz uma comparação com o que ocorreu na época da Gripe Espanhola, no final da primeira década do Século XX. 

“Raramente se nota que a maior explosão da militância trabalhista da história dos Estados Unidos, a onda de greves de 1919, se sobrepôs à pior crise de saúde da história do país, a pandemia gripal da Gripe Espanhola de 1918 a 1919”, diz. Ele explica que foi uma mobilização nunca antes atingida pela classe operária norte-americana e cita a primeira greve nacional do aço, quando os metalúrgicos se insurgiram em meio à pandemia. Na mesma época - para o final do ano - houve a mobilização dos mineiros de carvão, que “se mobilizaram, desafiando um apelo do presidente Woodrow Wilson e uma liminar do Tribunal Federal”.

Leia a íntegra na Jacobin. 

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