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Em depoimento à CPI, ministro da CGU nega superfaturamento em contrato de vacinas

"Superfaturamento é o ato após o pagamento. Nós também não identificamos o sobrepreço", disse o ministro da Controladoria-Geral da União ( CGU), Wagner Rosário

Wagner Rosário (Foto: Pedro França/Agência Senado)

247 - O ministro da Controladoria-Geral da União ( CGU), Wagner Rosário, disse à CPI da Covid que não houve superfaturamento ou sobrepreço no acerto entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde para a compra da vacina Covaxin, produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. 

“Superfaturamento é o ato após o pagamento. Nós também não identificamos o sobrepreço. Fizemos verificações em vários países e o preço em que eles vendem a vacina em outros mercados ficava entre US$ 15 a US$ 19. Então, o Brasil fechou nesse patamar de US$ 15”, disse o ministro. 

Na quarta-feira (15) o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), disse que Rosário incorreu no crime de “prevaricação” diante de supostas irregularidades ocorridas no Ministério da Saúde durante o enfrentamento à pandemia de Covid-19. 

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