Mulher que perdeu marido para Covid cita tortura de Dilma na CPI: "me achei parecida"

A depoente Rosana Maria dos Santos Brandão não chorou ao falar sobre a perda que sofreu por conta da pandemia, e atribuiu sua resiliência ao espírito de luta da ex-presidente Dilma Rousseff

www.brasil247.com - Dilma Rousseff, ex-presidente, e Rosane Maria dos Santos Brandão, vítima da pandemia
Dilma Rousseff, ex-presidente, e Rosane Maria dos Santos Brandão, vítima da pandemia (Foto: Editora 247/Flickr e Reprodução da TV Senado)


247 - Durante a sessão desta segunda-feira (18) da CPI da Covid, diversos depoentes se emocionaram ao relatar a dor das perdas que sofreram por conta da pandemia da Covid-19. 

A depoente Rosana Maria dos Santos Brandão, no entanto, não chorou ao falar sobre o assunto, e atribuiu sua resiliência ao espírito de luta da ex-presidente Dilma Rousseff. 

Questionada pelo senador Humberto Costa (PT-PE), Brandão lembrou de uma declaração da ex-presidente sobre as torturas durante a ditadura militar. 

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"Todas as pessoas perderam, estão sofrendo de uma maneira ou de outra. Pouco tempo atrás ouvi a ex-presidente do país, e a repórter perguntou, na época que ela era presidente, se ela chorava durante as torturas da ditadura civil-militar", disse a vítima da pandemia. 

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"A presidenta dizia que não chorava na tortura e que não devia chorar, que era assim que conseguia lidar com isso. Me achei bastante parecida. Quando se está sendo torturado é óbvio que chore e dá vontade de chorar, mas algumas pessoas conseguem lidar de maneira diferente. Não significa que há mais ou menos sofrimento, mas são diferentes maneiras de lidar com isso", lembrou ela.  

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"Tenho orgulho de ser assim, até porque quem falou isso foi uma mulher forte que já esteve aqui algumas vezes falando com vocês". 

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