Suspensão de contrato da Covaxin é confissão do crime, diz Randolfe

O Ministério da Saúde decidiu nesta terça-feira suspender o contrato de compra da vacina, que tornou-se nos últimos dias o centro das atenções diante da denúncia de um esquema de corrupção que envolveria o líder do governo na Câmara

Randolfe Rodrigues
Randolfe Rodrigues (Foto: Agência Senado | Reprodução)
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247 - Vice presidente da CPI da Covid, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) repercutiu a decisão do Ministério da Saúde desta terça-feira (29) de suspender o contrato de compra da Covaxin.

A Covaxin, após revelação do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e de seu irmão, o servidor Luis Ricardo Miranda, tornou-se o centro das atenções do mundo político. Segundo relatos, Jair Bolsonaro sabia de um possível esquema de corrupção na compra do imunizante, que envolvia até o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), e nada fez.

Randolfe afirmou que a suspensão do contrato pela Saúde trata-se de confissão de culpa. "Se não tinha nada de errado, por que irão suspender? Isso só tem um nome! Confissão!", escreveu pelo Twitter.

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O governo federal vinha sustentando a inexistência de irregularidades no contrato.

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