Acusado de assédio sexual, produtor de Cinema se entrega à polícia nos EUA

O produtor de cinema Harvey Weinstein se entregou às autoridades em uma delegacia de Nova York por acusações de crimes sexuais, meses depois de ter sido acusado por dezenas mulheres de assédio sexual; mais de 70 mulheres acusaram o cofundador do estúdio de cinema Miramax e da Weinstein Co de assédio, incluindo estupro

O produtor de cinema Harvey Weinstein se entregou às autoridades em uma delegacia de Nova York por acusações de crimes sexuais, meses depois de ter sido acusado por dezenas mulheres de assédio sexual; mais de 70 mulheres acusaram o cofundador do estúdio de cinema Miramax e da Weinstein Co de assédio, incluindo estupro
O produtor de cinema Harvey Weinstein se entregou às autoridades em uma delegacia de Nova York por acusações de crimes sexuais, meses depois de ter sido acusado por dezenas mulheres de assédio sexual; mais de 70 mulheres acusaram o cofundador do estúdio de cinema Miramax e da Weinstein Co de assédio, incluindo estupro (Foto: Leonardo Lucena)

Por Alice Popovici

NOVA YORK (Reuters) - O produtor de cinema Harvey Weinstein se entregou às autoridades nesta sexta-feira em uma delegacia de Nova York por acusações de crimes sexuais, meses depois de ter sido acusado por dezenas mulheres de assédio sexual.

Mais de 70 mulheres acusaram o cofundador do estúdio de cinema Miramax e da Weinstein Co de assédio, incluindo estupro, com algumas das alegações datando de décadas atrás.

As acusações, divulgadas primeiro pelo jornal New York Times e pela revista New Yorker no ano passado, desencadearam o movimento #MeToo, no qual centenas de mulheres acusaram publicamente poderosos empresários, políticos e personalidades da indústria do entretenimento de assédio sexual.

Weinstein deve ser acusado pelo estupro de uma mulher e por forçar outra a fazer sexo oral nele, reportou o New York Times, citando fontes não identificadas.

O produtor nega ter tido qualquer relação sexual não-consensual. 

O porta-voz de Weinstein, Juda Engelmayer, e seu advogado, Benjamin Brafman, se recusaram a comentar na quinta-feira sobre as iminentes acusações.

Reportagem adicional de Brendan O'Brien, Peter Szekely e Jonathan Allen

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