Artistas constroem frente contra a barbárie

"Está aberta a Semana de Arte contra a Barbárie, uma ação de artistas e educadores do Movimento Artigo Quinto. Neste teatro, há quase cem anos, em 1922, aconteceu a famosa Semana de Arte Moderna. Mas ela foi feita lá dentro. Os tempos mudaram e agora é preciso estar aqui, do lado de fora, falando com você, cidadão brasileiro, para quem e com quem nós construímos o nosso trabalho", diz o manifesto que apoia o movimento dos artistas contra a barbárie cultural no país

(Foto: Tutaméia)
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247 - “O governo resolveu desmontar toda a área cultural”. É o que afirma Celso Curi, produtor, gestor cultural e presidente da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) ao Tutaméia.  Ao lado dele, fala Regina Galdino, diretora teatral: “Tanto faz ser o Alvim, a Regina Duarte ou o Zé das Couves, porque o objetivo deles é o desmonte. Eles querem que o ministério não funcione, seja com quem for”.

Com esse diagnóstico, os dois integram um movimento inédito de artistas de várias áreas e de diferentes visões políticas para barrar a destruição da cultura, a censura e os ataques cotidianos do governo Bolsonaro à liberdade de expressão, à democracia e à Constituição. Organizam debates, intervenções culturais e, agora, de 11 a 18 de fevereiro, a Semana de Arte Contra a Barbárie, nas escadarias do Teatro Municipal em São Paulo.

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