Bolsonaro será alvo da Mangueira como falso Messias

A Estação Primeira de Mangueira levará para a Sapucaí uma crítica feroz ao avanço do ultra conservadorismo no Brasil. A letra criada por Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo vai direto ao ponto: "Favela, pega a visão/Não tem futuro sem partilha/Nem Messias de arma na mão"

247 - A Estação Primeira de Mangueira levará para a Sapucaí uma crítica feroz ao avanço do ultra conservadorismo no Brasil. A letra criada por Manu da Cuíca e Luiz Carlos Máximo vai direto ao ponto: "Favela, pega a visão/Não tem futuro sem partilha/Nem Messias de arma na mão".

A reportagem do portal Uol destaca que "sob o tema "A Verdade Vos Fará Livre", a verde e rosa pretende mostrar como o cristianismo foi apropriado por um discurso intolerante que nada tem a ver com sua origem."

A matéria acrescenta: "além da menção ao presidente, o samba fala ainda dos desempregados, mistura catolicismo a religiões de matriz afro e condena os "profetas da intolerância"."

Não é apenas a Mangueira, no entanto, que denunciará a regressão social encarnada em Bolsonaro na Avenida. A Portela também vai levantar temas da degradação social promovida pelo presidente.

Em enredo que defende a resistência dos povos indígenas, a Portela vai desfilar com uma composição cuja letra diz: "Índio pede paz mas é de guerra/ Nossa aldeia é sem partido ou facção/Não tem bispo e nem se curva a capitão". O tema foi definido na última sexta (11)."

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