Brasil vai a Bollywood

Primeiro filme nacional co-produzido pela ndia aposta no gigantesco mercado asitico e no poder de sua indstria cinematogrfica, que produz 800 filmes anuais o dobro de Hollywood

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Natália Rangel_247 - Que Hollywood, que nada. Bom mesmo é trabalhar em Bollywood, terra de oportunidades no cinema. Inspirado no emergente mercado indiano, estreia nesta sexta-feira 29 “O Sonho Bollywoodiano”, filme que inaugura a parceria artística e comercial entre o Brasil e a Índia no meio cinematográfico. Trata-se de um sonho antigo, já que há uma década outros países do mundo descobriram o forte potencial daquele país para o cinema e arregimentaram ao mundo muitas co-produções, entre elas a fita vencedora do Oscar, Quer quer ser um milionário, parceria com os EUA e a Inglaterra. O crescente interesse se revela nas frequentes premiações em festivais e se traduz friamente em números impressionantes: atualmente a indústria indiana do audiovisual produz 800 filmes por ano – duas vezes mais que os EUA. E mais: no ano passado, a sua indústria faturou US$ 3,1 bilhões (no Brasil, US$ 1 bilhão).

E, de olho neste cenário promissor, chega nesta sexta-feira 29 aos cinemas o filme de estreia da cineasta brasileira Beatriz Seigner, produzido com um orçamento de US$ 300 mil. No enredo, uma história que não está longe da realidade: três atrizes brasileiras viajam para Índia em busca de trabalho em Bollywood, que há décadas é sediado em Mumbai (que antes se chamou Bombaim – daí o “b” de Bollywood). O trio de amigas é interpretado por Paula Braun, Lorena Lobato e Nataly Cabanas, e no enredo, elas vão ter de enfrentar as dificuldades do idioma, as diferenças culturais e ainda se envolver em muitas confusões em suas andanças pelo país em busca de um papel na exótica e profissional indústria cinematográfica indiana.

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