Charles Bradley morre aos 68 anos

O músico norte-americano Charles Bradley, expoente do soul, morreu neste sábado (23), aos 68 anos; no início do mês, o cantor havia cancelado sua turnê, incluindo apresentação no Rock in Rio, após descobrir que um câncer havia se espalhado e atingido o fígado; o músico lançou todos os seus discos após os 60 anos; no trabalho mais recente, de 2016, refletia sobre o turbilhão político nos EUA e os riscos trazidos pelo extremismo

O músico norte-americano Charles Bradley, expoente do soul, morreu neste sábado (23), aos 68 anos; no início do mês, o cantor havia cancelado sua turnê, incluindo apresentação no Rock in Rio, após descobrir que um câncer havia se espalhado e atingido o fígado; o músico lançou todos os seus discos após os 60 anos; no trabalho mais recente, de 2016, refletia sobre o turbilhão político nos EUA e os riscos trazidos pelo extremismo
O músico norte-americano Charles Bradley, expoente do soul, morreu neste sábado (23), aos 68 anos; no início do mês, o cantor havia cancelado sua turnê, incluindo apresentação no Rock in Rio, após descobrir que um câncer havia se espalhado e atingido o fígado; o músico lançou todos os seus discos após os 60 anos; no trabalho mais recente, de 2016, refletia sobre o turbilhão político nos EUA e os riscos trazidos pelo extremismo (Foto: Charles Nisz)

247 - O cantor norte-americano Charles Bradley morreu aos 68 anos de idade. Um comunicado no Twitter da lenda do soul confirmou o falecimento. No início do mês, o cantor havia cancelado sua turnê, incluindo apresentação no Rock in Rio, após descobrir que um câncer havia se espalhado e atingido o fígado.

"É com grande tristeza que anunciamos a morte de Charles Bradley. Obrigada pelos pensamentos e orações durante esse difícil período", informou o comunicado na rede social. Diagnosticado com câncer em outubro de 2016, ele fez tratamento e voltou ao palcos. Ao passar mal no início de setembro de 2017, descobriu que a doença havia reincidido, desta vez, no fígado.

 

Bradley lançou seus primeiros discos depois dos 60 anos: “No Time for Dreaming” (2011) e “Victim of Love” (2013). Em 2016, saiu o terceiro álbum, Changes. Nas canções do disco mais recente, o músico reflete sobre o turbilhão político nos Estados Unidos e o risco de ideias extremistas: "Se não tivermos cuidado, estaremos novamente segregados", canta em "Change for the world". Ele diz que é importante cultivar a humildade em tempos como esse. E avalia, sem se alongar: "Acho que a América está em perigo agora. Não só a América, o mundo todo."

Nascido em Miami, Bradley se mudou para o bairro do Brooklyn, em Nova York, ainda criança. Lá, ia a shows de James Brown, outro mito da música norte-americana. Mais tarde, fez shows em clubes nova-iorquinos como sósia de Brown. 

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