Concurso “Contos da Quarentena”, do Brasil 247, anuncia contos vencedores

Três contos foram declarados vencedores em primeiro lugar e três contos ficaram igualmente em segundo

(Foto: Fernanda Carvalho/Fotos Públicas)
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247 - O concurso literário “Contos da Quarentena”, lançado em abril pela Editora 247, responsável pelo Brasil 247 e pela TV 247, chegou ao final. Foram 1.827 inscrições, um sucesso de público, das quais foram selecionados 68 contos finalistas.  

São histórias de autores amadores e/ou profissionais, que compartilharam suas experiências reais ou imaginárias durante a quarentena provocada pela pandemia do coronavírus, no Brasil e no exterior. 

O jornalista Leonardo Attuch, editor responsável pelo 247, comemorou o sucesso da iniciativa. “Foi uma das grandes realizações do 247 em 2020, promover um dos maiores concursos literários do país, reunindo milhares de interessados e grandes nomes da literatura como jurados”, afirmou Attuch. 

Devido à qualidade extraordinária dos trabalhos, atestada pela comissão avaliadora, o 247 decidiu ampliar a premiação, de três para seis contos vencedores. Assim, por razões subjetivas, ainda que desafiando um pouco a lógica, três contos foram declarados vencedores igualmente em primeiro lugar, e três contos foram declarados em segundo lugar. 

Assim, o primeiro lugar do concurso Contos da Quarentena ficou igualmente com os seguintes contos, listados em ordem alfabética:

Munheco,  de autoria de Marcos Eduardo de Araújo Sugizaki

Travessia, de autoria de Tiago Donoso

Vírus, de autoria de Renata Ferri

O segundo lugar do concurso Contos da Quarentena ficou igualmente com os seguintes contos, listados em ordem alfabética:

Na Minha Rua tem um Cachorro Rouco, de autoria de Anabela Rute  Kohlmann Ferrarini

O Condomínio, a Reitoria, o Castigo, de autoria de Dédallo Neves

Santa Rosa, de autoria de Gustavo Maia

Os três autores que ficaram em primeiro receberão, cada um, um voucher no valor de R$ 1.000 para compras de livros na livraria Martins Fontes Paulista. Os três autores que ficaram em segundo receberão, cada um, um voucher no valor de R$ 600 para compras de livros na Kotter Editorial.  

Além disso, os seis contos vencedores integram o grupo de 68 textos finalistas que serão publicados em um box com três volumes pela Kotter Editorial em parceria com a Editora 247. O box com os contos finalistas, assim como os volumes individuais, encontram-se em pré-venda no site da Kotter. 

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Avaliação

A avaliação dos contos foi dividida em duas etapas, uma de classificação, que escolheria inicialmente os cinquenta melhores contos, e a segunda que escolheria os três primeiros colocados. 

A equipe da primeira fase, formada pelo escritor e editor Sálvio Nienkotter, Kotter Editorial, pelo poeta e romancista Daniel Osieck e pelo poeta e editor Raul Kevin, analisou os textos com base na linguagem (correção e riqueza vocabular); na originalidade e criatividade; na progressão textual e no valor literário. Dado o número expressivo e, acima de tudo, o alto nível das obras, decidiu-se classificar 68 ao invés de 50, mesmo aumentando em meio ponto a linha de corte prevista.

Esses 68 contos classificados foram analisados por um novo júri que contou com Luiz Ruffato, um dos maiores expoentes do conto e do romance nacional contemporâneo, Ricardo Aleixo, provavelmente o poeta mais conhecido e demandado do Brasil e novamente Marcos Pamplona, poeta e roteirista premiado em várias países.

O júri foi coordenado por Sálvio Nienkötter, editor da Kotter Editorial e contou na primeira fase com os poetas e escritores Raul Kevin, Daniel Osieck e marcos Pamplona.

Segundo Salvio Nienkötter, a Covid-19, a quarentena e as circunstâncias do país presidem todos os contos, alguns de forma mais direta, outros de forma mais metafórica. “Apenas a título de exemplo, em um dos contos um caminhoneiro ao invés de seguir o caminho conhecido pede informações a estranhos e segue um atalho, acaba por ter de passar por cima de cadáveres antes de retomar “la diritta via”. Qualquer semelhança com o que vivemos não será acaso. Em outro vemos o vírus andar de personagem em personagem em uma espiral estonteante de vidas e situações. Em outro ao se ver em quarentena o personagem viaja a liberdade e clausura da infância urbana. No mais lírico dos contos um cachorro rouco, que vive a eterna quarentena do desprezo se apaixona por perdidamente. Leia e veja por quem, você vai amar”, diz ele. 

O 247 agradece a participação de todas as pessoas neste evento de promoção da cultura e deseja parabéns aos seis contos vencedores e aos finalistas que serão publicados em livro. 

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