Dicró, o último malandro, morre aos 66 anos

Conhecido por composies bem-humoradas, sambista carioca no resistiu a um infarto sofridonesta madrugada

Dicró, o último malandro, morre aos 66 anos
Dicró, o último malandro, morre aos 66 anos (Foto: DIVULGAÇÃO)
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247 - Morreu nesta quinta-feira, em Magé, na Baixada Fluminense, o sambista Dicró, 66, compositor de canções bem-humoradas como O Bingo e o “Melô da Galinha”. O músico sofreu um infarto durante a madrugada – ele sofria de diabetes e insuficiência renal. Após uma sessão de hemodiálise, passou mal e foi levado ao hospital, mas não resistiu.

Dicró foi saudado nas redes sociais como “o último malandro” – em 1995, gravou junto a Bezerra da Silva e Moreira da Silva o álbum “3 Malandros in Concert”. Filho de uma mãe de santo, começou a compor no terreiro e na década de 60 já fazia parte do rol de sambistas do Rio de Janeiro.

Além da música, se aventurou também pelo teatro – escreveu em 1991 a peça “O dia em que eu Morri” – e pela televisão – estrelou a Escolinha do Professor Raimundo e, mais recentemente, apresentou um quadro no Fantástico.

Dicró também foi conhecido como o “Prefeito do Piscinão”, pois foi grande incentivador da criação do Piscinão de Ramos, na Zona Norte da capital fluminense. Seu último álbum, inclusive, foi lançado em 2002 e batizado como “Dicró no Piscinão”, e contou com participações de amigos como o humorista Chico Anysio.

 

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