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Cultura

Imagens do terror

Liberadas pela primeira vez em 66 anos as imagens captadas em Hiroshima, logo aps a exploso nuclear que matou 140 mil pessoas instantaneamente e destruiu 70% da cidade

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247 - Depois de mais de seis décadas, as imagens feitas após a explosão da bomba nuclear em Hiroshima, em 1945, foram liberadas e estão organizadas na exposição Hiroshima: Ponto Zero 1945, no Centro Internacional de Fotografia de Nova York. A mostra reúne 60 fotografias feitas após a explosão do dia 28 de agosto e que matou de imediato 140 mil pessoas e destruiu 70% da estrutura física da cidade. Após o ataque, o governo americano impôs um estrita censura na captação de imagens no local da tragédia – o ideal é que o mundo visse o menor número possível de fotos para evitar crises de consciência junto à opinião pública. O painel com mais de 60 fotos é um desconcertante arquivo da desolação e da destruição. O vasto material fotográfico foi produzido dois meses depois do ataque letal, quando o então presidente Truman enviou à cidade uma equipe de engenheiros e arquitetos encarregados de analisar os danos civis, econômicos e militares provocados pela bomba.

Viajaram ao local sete fotógrafos que passaram meses analisando e fotografando os restos de 135 edifícios, 52 pontos, maquinaria e estruturas e localizaram tudo isto em um mapa da cidade, detalhando a distância dos danos ao epicentro da explosão da bomba. Mais de 800 destas fotos foram publicadas em um informe secreto de três volumes intitulado "Os efeitos da bomba de Hiroshima, Japão". Este modelo técnico e detalhado seria usado pela inteligência americana para a construção de muitas outras cidades com proteção especial contra ataques nucleares. As fotos foram banidas do arquivo militar na década de 1970 e passaram anos ocultas no sótão de um dos engenheiros que participaram da missão. Seriam encontradas em 2006 e recuperadas por uma equipe de restauradores de documentos históricos.

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