Jim Morrison ainda vende muito 40 anos depois de morto

O lder da banda se foi h muito tempo, mas Jeff Jampol, gerente do The Doors, consegue faturar cada vez mais

Jim Morrison ainda vende muito 40 anos depois de morto
Jim Morrison ainda vende muito 40 anos depois de morto (Foto: Gisele Federicce)
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247 - No dia 3 de julho de 1971, Jim Morrison morria aos 27 anos, por causa ainda hoje tema de polêmicas. Quarenta anos depois, a banda que ele liderava é um grande negócio, e seu gerente, Jeff Jampol, consegue faturar um bom dinheiro em obras de referências que inclusive, em alguns casos, fogem do ambiente musical.

Pouco antes de Morrison morrer, o The Doors finalizava o LP L. A. Woman, que fazia referências às origens musicais dos integrantes – as batidas de R&B e blues são um diferencial em relação aos trabalhos anteriores. Em 2012, o empresário já anunciou o lançamento de uma nova edição do trabalho, com faixas inéditas que prometem saciar os saudosos fãs.

O nome da banda causa polêmicas entre os integrantes, que discordam em relação a seu uso. Foi Jampol, entretanto, que negociou o uso do tema Break on through em comercial do Cadillac – foram pagos pela automotiva cerca de 15 milhões de dólares. A Apple foi outra que investiu no lendário nome para utilizar a canção Light my fire.

Além das músicas, a própria história emblemática de Jim Morrison rende obras paralelas. Em 1991, Oliver Stone dirigiu uma cinebiografia do cantor que fez considerável sucesso, e enalteceu a criatividade que originou diversos hits na década de 60. Coppola, que estudou com o músico na juventude, foi outro a recorrer ao som original do The Doors, e musicou seu filme Apocalipse Now com trilha sonora premiada em sua época.

Referências ao nome da banda surgem a todo momento, e por isto são tema de intrigas entre os músicos que ainda estão em atividade. Jampol centraliza as negociações, e investe, inclusive, para que 2012 seja um ano de grande projeção da banda, que teve seu frontman falecido há tanto tempo.

 

 

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