José de Abreu fala sobre morte do filho e abuso sexual

Em entrevista à emissora portuguesa SIC, ator da Globo se abriu sobre a morte do seu filho Rodrigo, que em 1992, aos 21 anos, caiu da janela do apartamento onde vivia, no Rio de Janeiro, e revelou ter sofrido abuso sexual de um padre quando tinha 12 anos; "Guardei essa história por 30 anos. Mas foi um abuso leve. Não foi uma agressão física. Ele me masturbou durante uma sessão de cinema, dentro do seminário"

Em entrevista à emissora portuguesa SIC, ator da Globo se abriu sobre a morte do seu filho Rodrigo, que em 1992, aos 21 anos, caiu da janela do apartamento onde vivia, no Rio de Janeiro, e revelou ter sofrido abuso sexual de um padre quando tinha 12 anos; "Guardei essa história por 30 anos. Mas foi um abuso leve. Não foi uma agressão física. Ele me masturbou durante uma sessão de cinema, dentro do seminário"
Em entrevista à emissora portuguesa SIC, ator da Globo se abriu sobre a morte do seu filho Rodrigo, que em 1992, aos 21 anos, caiu da janela do apartamento onde vivia, no Rio de Janeiro, e revelou ter sofrido abuso sexual de um padre quando tinha 12 anos; "Guardei essa história por 30 anos. Mas foi um abuso leve. Não foi uma agressão física. Ele me masturbou durante uma sessão de cinema, dentro do seminário" (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O ator José de Abreu se abriu sobre a morte de seu filho em 1992 e revelou ter sofrido abuso sexual de um padre na infância, em entrevista à TV portuguesa SIC.

Em relação à morte do filho, ele detalhou: "Quando me separei fui morar com o Rodrigo. Moramos juntos por dois anos, só nós dois, paquerando as menininhas. Me ligaram e disseram: 'aconteceu um acidente em seu apartamento. O Rodrigo está mal. Ele caiu da janela'. Só foi cair a ficha para mim um tempo depois. Enterrar o seu sucessor é uma coisa muito desagradável, muito dolorosa".

Ele admitiu que teve medo de ter sido suicídio. "Perguntei ao delegado 'como você tem certeza que não foi suicídio?'. Um suicida se lança ao ar. O Rodrigo caiu batendo nas janelas. Foi quando tirei toda a culpa cristã que vinha à cabeça", afirmou.

Sobre o abuso sexual, considera ter sido "leve", uma vez que não agredido fisicamente. "Guardei essa história por 30 anos. Mas foi um abuso leve. Não foi uma agressão física. Ele me masturbou durante uma sessão de cinema, dentro do seminário. Eu tinha 12 anos. Nunca tinha me masturbado. Queria morrer. Um absurdo. Ele era o padre-prefeito. Foi terrível", contou. Ele não o denunciou por medo.

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