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Juiz libera peça com Jesus Trans: “Liberdade de expressão garantida”

Em decisão liminar, o juiz José Antônio Coitinho, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, determinou a continuidade da exibição da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, em que Jesus é retratado como uma mulher trans; “No popular, diríamos, irá quem quiser ver. Não se pode simplesmente censurar a peça O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, sob argumento de que estamos em desacordo com seu conteúdo. A liberdade de expressão tem de ser garantida – e não cerceada – pelo Judiciário”, declarou o magistrado

Em decisão liminar, o juiz José Antônio Coitinho, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, determinou a continuidade da exibição da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, em que Jesus é retratado como uma mulher trans; “No popular, diríamos, irá quem quiser ver. Não se pode simplesmente censurar a peça O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, sob argumento de que estamos em desacordo com seu conteúdo. A liberdade de expressão tem de ser garantida – e não cerceada – pelo Judiciário”, declarou o magistrado (Foto: José Barbacena)

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247 - Em decisão liminar, o juiz José Antônio Coitinho, da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Porto Alegre, determinou a continuidade da exibição da peça “O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu”, em que Jesus é retratado como uma mulher trans.

O espetáculo está programado para ficar em cartaz na Pinacoteca Rubem Berta, na capital gaúcha, entre os dias 21 e 22 de setembro. “No popular, diríamos, irá quem quiser ver. Não se pode simplesmente censurar a peça O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu, sob argumento de que estamos em desacordo com seu conteúdo. A liberdade de expressão tem de ser garantida – e não cerceada – pelo Judiciário”, declarou o magistrado.

“Censurar arte é censurar pensamento e censurar pensamento é impedir desenvolvimento humano. […] Na ficha técnica consta classificação: 16 anos. A nossos filhos em tenra idade não alcançará, a não ser que assim desejemos e para tanto diligenciemos. Não há falar em agressão à cultura ou à formação do caráter de quem quer que seja”, acrescentou.

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