Miguel Paiva e Aroeira entrevistam Jota Camelo no novo Charge Falada

Convidado do 16º episódio do podcast dos cartunistas, Jota Camelo começou a produzir seus desenhos apenas em 2013, mas já é referência no meio e conta como as mídias sociais influenciam seu trabalho

Jota Camelo
Jota Camelo (Foto: Reprodução)
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247 - Rir para não chorar: esse é o lema que guia o trabalho do cartunista Jota Camelo para retratar os desmandos políticos no Brasil de Jair Bolsonaro. Jota teve uma ascensão meteórica. Começou a produzir seus desenhos apenas em 2013, mas já é referência no meio.

Ele é campeão de citações no programa, com a melhor charge da semana escolhida por Renato Aroeira e Miguel Paiva, no podcast Charge Falada, que chega ao seu 16º episódio. Um craque do humor, suas charges são verdadeiras obras de arte e extremamente cáusticas.

“Quando tenho uma ideia boa, saio correndo pra fazer, pois hoje tem muito chargista na rede”, contou. 

Aroeira e Miguel também se preocupam com isso. Umas das vantagens das redes sociais é que você pode consultar a internet antes de publicar para ver se alguém fez antes a sua ideia.

Ainda no episódio, o trio teve um bate-papo sobre a liderança do ex-presidente Lula nas pesquisas de intenção de voto para presidente em 2022 e os embates na CPI da Covid, com o papelão do senador Flávio Bolsonaro contra o relator Renan Calheiros.

Jota Camelo sempre foi artista plástico. Excelente pintor, decidiu virar chargista por conta de tudo que via e vivia no Brasil. Deu muito certo. Seu traço é uma verdadeira obra de arte junto com seu acabamento e detalhes. Daí para a boa ideia, um forte seu também, acabou construindo o resultado perfeito. Jota merece ser acompanhado de perto por onde publica, sobretudo nas redes sociais.

 

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