Morre aos 98 anos a cubana Alicia Alonso, a maior bailarina clássica

Morreu nesta quinta-feira (17), aos 98 anos, a grande bailarina cubana Alícia Alonso. Apesar dos problemas de saúde, ela dirigiu o Balé Nacional de Cuba até quase o último momento. A notícia do seu falecimento comoveu a sociedade cubana

Alicia Alonso
Alicia Alonso (Foto: Divulgação)

247 - Morreu nesta quinta-feira (17) a bailarina Aliia Alonso, fundadora do Balé Nacional de Cuba.

Com o apoio do comandante Fidel Castro, Alicia, jununtamente com seu ex-marido Fernando Alonso, foi a criadora do Balé Nacional de Cuba e de uma verdadeira escola cubana de balé, com traços próprios e à altura das grandes escola do mundo, como a russa e a francesa. 

O presidente cubano Miguel Díaz-Canel, em viagem ao México, tuitou: "Alicia Alonso se foi e nos deixa um enorme vazio, mas também um insuperável legado. Ela situou Cuba no altar do melhor da dança mundial. Obrigado Alicia por sua obra imortal. Somos Cuba".   

O Ballet Nacional de Cuba homenageia nesta sexta-feira sua diretora e fundadora, agravés da sua linguagem preferida: a dança, com ma apresentação artística.   

O jornal Granma, veículo de imprensa oficial do Partido Comunista da Cuba traz em sua edição desta sexta-feira, citações de antigas entrevistas de Alicia Alonso. 

"Creio que comecei a dançar desde que me encontrava no ventre da minha mãe". 

"A dança, como ato criativo, requer pureza e uma inocência essencial, tanto para bailar como para transmitir o impulso da dança aos outros, ou criar uma frase coreográfica".   

"Existimos para criar beleza e, através dela, fazer com que o mundo e os seres huanos sejam um pouquinho melhores. Cabe a nós contribuir decididamente para a paz, a ciatividade e o aperfeiçoamento humano".

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