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Cultura

Morre cineasta Alain Resnais, de 'Hiroshima, Meu Amor'

Cineasta tinha 91 anos e foi homenageado na 64ª edição do Festival de Berlim, onde estreou o seu último filme: Amar, Beber e Cantar; Resnais foi um dos expoentes da Nouvelle Vague e também fez história pelos muitos documentários filmados nas décadas de 40 e 40

Cineasta tinha 91 anos e foi homenageado na 64ª edição do Festival de Berlim, onde estreou o seu último filme: Amar, Beber e Cantar; Resnais foi um dos expoentes da Nouvelle Vague e também fez história pelos muitos documentários filmados nas décadas de 40 e 40 (Foto: José Barbacena)
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Agência Brasil - O cineasta francês Alain Resnais, autor do clássico dos anos 60 "Hiroshima, Meu Amor", morreu ontem (1º) à noite em Paris, anunciou o produtor dos seus últimos filmes, Jean-Louis Livi. Resnais é uma referência na história do cinema francês moderno.

O cineasta, que morreu aos 91 anos, tinha sido homenageado na 64ª edição do Festival de Berlim, onde estreou o seu último filme: Amar, Beber e Cantar. Em 1961, Resnais arrebatou o Leão de Ouro, em Veneza, com O Último Ano em Marienbad.

Ele tem um importante lote de documentários rodados nas décadas de 40 e 50, mas para muitos espectadores o seu nome só viria a ganhar notoriedade a partir de meados dos anos 70, quando assinou uma série de filmes com grandes estrelas do cinema francês. O primeiro deles é Stavisky (1974), com Jean-Paul Belmondo, seguindo-se Providence (1977) e O Meu Tio da América (1980).

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