Oito Mulheres e um Segredo: o lado feminino da franquia 11 Homens

Depois dos sucessos de Onze Homens e Um Segredo (2001), Doze Homens e Outro Segredo (2004) e Treze Homens e um Novo Segredo (2007), a franquia inspirada no filme homônimo Onze Homens e Um Segredo de 1960 finalmente ganha uma versão só com mulheres nos papeis principais, contrapondo, já no nome do filme, as três histórias anteriores

Depois dos sucessos de Onze Homens e Um Segredo (2001), Doze Homens e Outro Segredo (2004) e Treze Homens e um Novo Segredo (2007), a franquia inspirada no filme homônimo Onze Homens e Um Segredo de 1960 finalmente ganha uma versão só com mulheres nos papeis principais, contrapondo, já no nome do filme, as três histórias anteriores
Depois dos sucessos de Onze Homens e Um Segredo (2001), Doze Homens e Outro Segredo (2004) e Treze Homens e um Novo Segredo (2007), a franquia inspirada no filme homônimo Onze Homens e Um Segredo de 1960 finalmente ganha uma versão só com mulheres nos papeis principais, contrapondo, já no nome do filme, as três histórias anteriores (Foto: Leonardo Attuch)

Os anos de 2017 e 2018 prometem mesmo entrar para a história como os anos das mulheres. O final desta década será para sempre lembrado como o período em que as mulheres resolveram lutar pela igualdade definitiva entre os gêneros. O levante ganhou força quando as atrizes de Hollywood lançaram a campanha Time's Up e começaram a denunciar distorções salariais entre elas e os homens, endossando as conclamações por salários iguais. Até o momento, o ápice deste levante foi o discurso inflamado de Oprah Winfrey, durante a entrega do Globo de Ouro, em janeiro deste ano, afirmando que "um novo dia está no horizonte" para mulheres. Já a cerimônia dos Oscars, que corou o filme A Forma da Água - drama que mostra a relação de uma mulher muda com uma criatura misteriosa - contou com o discurso de Frances McDormand, vencedora do Oscar de Melhor Atriz, que lembrou em seu discurso de agradecimento que todas as atrizes presentes têm projetos que precisam de financiamento.

Um gangue de 8 mulheres

E é neste fluxo positivo em pró das mulheres que deve estrear o filme 8 Mulheres e Um Segredo, novo filme da franquia 11 Homens que mostra que os tempos são outros e agora trata-se de um gangue completamente novo: oito mulheres que planejam e executam o assalto a joias bilionárias que estão no pescoço das convidadas para o Met Gala, em Nova York. Depois dos sucessos de Onze Homens e Um Segredo (2001), Doze Homens e Outro Segredo (2004) e Treze Homens e um Novo Segredo (2007), a franquia inspirada no filme homônimo Onze Homens e Um Segredo de 1960 finalmente ganha uma versão só com mulheres nos papeis principais, contrapondo, já no nome do filme, as três histórias anteriores. Vale lembrar que nos filmes anteriores, o Danny Ocean e seus amigos assaltam um casino e fazem da saga um dos melhores sobre a temática de acordo com a Betway Casino. A história de planejamento executada pelo grupo de assaltantes faz parte também da lista dos melhores filmes de estratégia eleitos pelo Instituto Brasileiro de Coaching. Oito Mulheres e Um Segredo, que tem a estreia prevista para junho, já faz parte de uma outra lista: é apontado como um dos melhores filmes Girl Power pelo CinePop. No filme, Debbie Ocean (Sandra Bullock), irmã de Danny Ocean (George Clooney), sai da prisão após 17 anos e reúne um Dream Team para o mais novo assalto do século.

Mulheres em destaque no cinema

Oito Mulheres e um Segredo é um dos filmes mais aguardados do ano e promete levar um número recorde de espectadores ao cinema. Em 2017, Mulher Maravilha se tornou um marco, e mostrou que além de funcionarem bem em superproduções, as mulheres funcionam bem dentro do gênero mais rentável do cinema na atualidade - os filmes de super-heróis. O filme traz um elenco espetacular. Liderado por Sandra Bullock no papel principal, o elenco traz também grandes nomes, como Cate Blanchett, Rihanna, Mindy Kaling, Awkwafina, Helena Bonham-Carter, Anne Hathaway e Sarah Paulson e prova que a revolução feminina veio pra ficar. Aqui no Brasil, a premiada diretora de cinema Laís Bodanzky (O Bixo de Sete Cabeças), lançou no ano passado Como Nossos Pais, filme elogiado no Festival de Berlim e consagrado Festival de Gramado, e que também é focado em história de mulheres fortes. A diretora concorda que no momento atual da sociedade, de mais voz e força das mulheres, filmes como esse são de vital importância.

A história do cinema é feita por mulheres desde sua criação. A francesa Alice Guy-Blache foi a primeira diretora a experimentar o som em filmes. Dorothy Arzner foi a mais poderosa da indústria cinematográfica americana e a única mulher diretora de cinema nos anos 30. Barbra Streisand foi a primeira a roteirizar, protagonizar, produzir e dirigir o mesmo filme. qui no Brasil temos Fernanda Montenegro, a primeira dama do teatro e do cinema é a única brasileira indicada a um Oscar na categoria de melhor atriz. Depois de fazerem história e de revolucionarem a sétima arte, agora, elas se somam à tantas outras mulheres neste movimento fundamental e irreversível: a igualdade de gêneros. 

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