Partidos falam em união e retomada, Chico César manda ‘pedrada’ e Teresa Cristina quer ‘ser feliz’ em 2022

Líderes de MDB, SD, Psol e PCdoB trataram da recuperação do país no pós-pandemia

(Foto: Reprodução)
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Vitor Nuzzi, da RBA - Na sequência do ato de 1º de Maio, representantes partidários falaram em união pela retomada da economia e contra Jair Bolsonaro. “Vamos retomar uma agenda de desenvolvimento do Brasil”, afirmou o presidente nacional do MDB, deputado Baleia Rossi (SP). “O que é importante no pós pandemia é o país voltar a se desenvolver”, acrescentou.

O também deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, líder do Solidariedade, disse que este é o “pior momento” da história do Brasil, com um governo “completamente maluco”. Ele defendeu um grande esforço conjunto para enfrentar o bolsonarismo. “Com a esquerda, com o centro e até com a direita civilizada.”

“É hora de lutar pelo impeachment, de lutar pela vacina, pela democracia e pela garantia de emprego”, afirmou a ex-deputada Manuela d´Ávila (PCdoB). Segundo ela, enquanto os governos nos estados buscam alternativas de combate à pandemia, o Executivo federal mostra “ausência total de vontade” e deixa a população “à própria sorte”.

O presidente do Psol, Juliano Medeiros, disse que o governo, “absolutamente incompetente”, se une à direita neoliberal para prosseguir na retirada de direitos. Ele defendeu também o impeachment “para abreviar o sofrimento” no país. E o deputado federal Valdevan Noventa (PL-SE), líder sindical dos motoristas de São Paulo, disse que este e um dia “de luto”.

Depois da declamação de poesia por Bia Ferreira, a cantora Teresa Cristina cantou, à capela, um dos clássicos de Gonzaguinha, cuja morte completou 30 anos nesta semana. Um homem também chora (Guerreiro menino) fala, inclusive, da relação com o trabalho.

E sem o seu trabalho
O homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata

Depois da cantoria, Teresa Cristina fez referência ao próximo ano, que é eleitoral: “2022 está chegando. Eu quero ser feliz de novo, junto com vocês”.

Depois dela, foi a vez de Chico César. “Venho da classe trabalhadora, tenho muito orgulho disso”, afirmou o paraibano. Em seguida, ele cantou Pedrada, que fala da resistência ao fascismo. A também cantora Doralyce falou sobre o direito ao trabalho e interpretou Vamos derrubar o governo.

Esse bloco teve direito ainda a Simoninha cantando um samba-enredo sobra a vacina, com acompanhamento da Acadêmicos do Baixo Augusta, em São Paulo. E o youtuber Spartakus Santiago falou em estratégias para sair do “abismo” atual.

Acompanhe o ato: 

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