Protesto de artistas contra Temer termina com bombas de gás da PM

Organizada pelo grupo "342 Agora, a manifestação nas ruas do Rio exigiu a saída de Michel Temer; artistas e outros manifestantes marcharam  contra as reformas da previdência e trabalhista do governo Temer, assim como os cortes de recursos para a ciência e o congelamento dos gastos sociais por 20 anos, entre outras pautas da atual gestão; o ato foi dispersado com bombas de gás lacrimogênio e gás de pimenta pela Polícia Militar

Organizada pelo grupo "342 Agora, a manifestação nas ruas do Rio exigiu a saída de Michel Temer; artistas e outros manifestantes marcharam  contra as reformas da previdência e trabalhista do governo Temer, assim como os cortes de recursos para a ciência e o congelamento dos gastos sociais por 20 anos, entre outras pautas da atual gestão; o ato foi dispersado com bombas de gás lacrimogênio e gás de pimenta pela Polícia Militar
Organizada pelo grupo "342 Agora, a manifestação nas ruas do Rio exigiu a saída de Michel Temer; artistas e outros manifestantes marcharam  contra as reformas da previdência e trabalhista do governo Temer, assim como os cortes de recursos para a ciência e o congelamento dos gastos sociais por 20 anos, entre outras pautas da atual gestão; o ato foi dispersado com bombas de gás lacrimogênio e gás de pimenta pela Polícia Militar (Foto: Giuliana Miranda)

Da Sputnik Brasil

Um protesto da classe artística e de manifestantes contra o governo de Michel Temer foi organizada nesta terça-feira (24) no Centro, Rio de Janeiro. O ato foi dispersado com bombas de gás lacrimogênio e gás de pimenta pela Polícia Militar.

Organizada pelo grupo "342 Agora, a manifestação nas ruas do Rio de Janeiro exigiu a saída de Michel Temer. Sob o slogan "Temer é inaceitável", os manifestantes marcharam contra as reformas da previdência e trabalhista do governo Temer, assim como os cortes de recursos para a ciência e o congelamento dos gastos sociais por 20 anos, entre outras pautas da atual gestão.

Outras figuras como o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, Aécio Neves e o prefeito Marcello Crivella também foram alvos dos gritos de ordem dos manifestantes.

Por vota das 21h, quando a manifestação já havia terminado o seu percurso e se concentrava na Cinelândia, a Polícia Militar lançou bombas de gás lacrimogênio e gás de pimenta para dispersar o ato sob a alegação de que alguém havia pixado palavras de ordem na parede da Câmara dos Vereadores.

Confira abaixo um vídeo do ato: 

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