Regina Duarte aceita iniciar fase de testes na Cultura: "vou ficar noiva"

Segundo a atriz, será um período de testes. "Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver", disse, já anunciando planos para a área. Na semana passada, ela contestou a indicação do documentário brasileiro, de Petra Costa, ao Oscar, dizendo que "Oscar nenhum vai reescrever a nossa história"

Jair Bolsonaro e ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte
Jair Bolsonaro e ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, em reunião com Regina Duarte (Foto: Reprodução)
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247 - A atriz Regina Duarte aceitou o convite para comandar a Secretaria de Cultura do governo de Jair Bolsonaro e deverá começar amanhã o que segundo ela seria um período de testes. Regina se reuniu nesta segunda-feira 20 com Bolsonaro no Rio de Janeiro.

"Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver, quais são os guarda-chuvas que abrigam a pasta, enfim, a família. Noivo, noivinho", afirmou a atriz à coluna da jornalista Mônica Bergamo.

Mas já anunciou seus planos para a pasta: "Quero que seja uma gestão para pacificar a relação da classe com o governo. Sou apoiadora deste governo desde sempre e defendo a classe artística desde os 14 anos".

Já a colunista Cristiana Lôbo, da Globo, publicou em seu blog no G1: "A atriz Regina Duarte aceitou o convite feito pelo presidente Jair Bolsonaro para a Secretaria de Cultura do governo federal. A decisão foi confirmada ao blog por membros da classe artística".

Na semana passada, a atriz contestou a indicação do documentário brasileiro 'Democracia em Vertigem', de Petra Costa, ao Oscar, dizendo que “Oscar nenhum vai reescrever a nossa História”.

Em outra postagem, uma imagem trazia a seguinte frase, ainda em crítica à indicação do filme de Petra, que narra o golpe que tirou a ex-presidente Dilma Rousseff do poder. “A verdadeira história sobre o impeachment foi feita por milhões de brasileiros nas ruas e Oscar nenhum vai reescrever nossa história”.

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