Toda a obra de Alfred Hitchcock

Mais representativa mostra do cineasta ingls exibir no Brasil filmes, curtas, trabalhos para tev e preciosidades raras, como a primeira verso de O homem que sabia demais

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Natália Rangel_247 – Para os fãs do cineasta inglês Alfred Hitchcock (1899-1980), o programa é imperdível, e para aqueles que gostam e conhecem pouco, uma ótima oportunidade de se aprofundar na obra de um dos mestres do suspense mundial. Organizada pelo Centro Cultural Banco do Brasil, a mostra Hitchcock trará no mês que vem ao Brasil filmes, curtas, programas de tevê e versões há muito engavetadas ou inéditas no País do vasto acervo do cineasta. Todas as fases de Hitchcock são contempladas na exibição que tem curadoria de Arndt Roskens. Ao longo de seis semanas, estarão na programação 54 longas-metragens, 5 curtas e os seus trabalhos para a TV – 117 episódios da série Alfred Hitchcock Presents.

Além deste extenso repertório, a mostra oferecerá um curso gratuito com 12 aulas, debates, sessões especiais de filmes mudos com música e narração ao vivo e a edição de um catálogo de 400 páginas com distribuição gratuita, com vasto material iconográfico, filmografia e textos inéditos.

Confira alguns destaques da programação:

- Exibição em película 35mm dos grandes clássicos de Hitchcock, entre eles Janela Indiscreta (1954), Um Corpo que Cai (1958), Intriga Internacional (1959), Psicose (1960) e Os Pássaros (1963).

- Uma sessão com narração e música ao vivo de O Inquilino (The Lodger: A Story of the London Fog), de 1926, um dos primeiros longas de Hitchcock e seu primeiro sucesso;

- Raridades como os curtas Aventure Malgache e Bon Voyage (1944), que Hithcock fez para a França na 2ª Guerra Mundial;

- Versões diferentes de um mesmo filme – Chantagem e Confissão (Blackmail, 1929), mudo e falado, além de um curta metragem do teste de som para o longa, que foi o primeiro filme falado da Inglaterra

- Programa duplo com a versão inglesa e a raríssima versão alemã de Assassinato (Murder, 1930), que foi filmado simultaneamente em inglês e alemão, no mesmo set, trocando apenas os atores. Da versão alemã, chamada Mary, existe apenas uma única cópia no mundo

- O Homem que Sabia Demais (The man who knew too much) na versão original de 1934, que Hitchcock fez na Inglaterra, e o remake americano de 1956, com Doris Day e James Stewart.

Confira a programação no site

www.mostrahitchcock.com.br

Produção e Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Curadoria: Arndt Roskens

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