Todas querem ser vilãs

Nem Lois Lane, nem a garota do Batman, as estrelas do cinema, como Keira Knightley, querem interpretar personagens malvadas



Natália Rangel - As boas heroínas do cinema já não seduzem as principais atrizes da atualidade – a maioria delas está interessada no lado negro da força. É o que vem demonstrando a seleção de elenco de duas disputadas franquias americanas: Super-Homem, que vai ser dirigido por Zac Snyder, e o novo Batman – the Dark Knight Rises, de Christopher Nolan. O time de atrizes que se apresentou para estas superproduções reúne os nomes mais conhecidos do momento, mas nenhuma delas está interessada em ser a Lois Lane ou a garota de Bruce Wayne. No caso de Super-Homem, a disputa é pelo papel de Ursa, uma das vilãs de Krypton, lideradas pelo maligno General Zod. Entre as candidatas, Kristen Stewart, Diane Kruger e Naomi Watts.

No elenco feminino de Batman, o interesse geral é na personagem de Talia Al Ghul, a manipuladora inimiga do morcego, e estão cotadas para interpretá-la ninguém menos que Anne Hathaway, Natalie Portman e Keira Knightley. Esta última destacou-se interpretando a fria e manipuladora Ruth (foto) no filme Não me abandone jamais, de Mark Romanek, que acaba de estrear no Brasil. Personagens más, ambiciosas e calculistas estão na crista da onda e muitas vezes rendem os mais altos salários em Hollywood. É o caso de Sharon Stone, a perversa sedutora de Instinto Selvagem, protagonista da mais famosa cruzada de pernas da história do cinema. O filme lhe rendeu o maior cachê de sua carreira: US$ 6 milhões. Em entrevista ao jornal francês Le Figaro ela afirmou que gostaria de voltar ao gênero e interpretar uma poderosa vilã na próxima aventura de James Bond. Outros exemplos de vilãs que roubaram a cena e renderam notoriedade às suas intérpretes são Scarlett Johansson como a Viúva Negra, em Homem de Ferro 2, Meryl Streep como Miranda Priestly, em O diabo veste Prada, e Angelina Jolie como Foxx, em O Procurado, todos estão no time das vilãs que amamos odiar.

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