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Cultura

Zé Celso encerra Flip

Teatro Oficina fecha o "banquete" literrio com o espetculo Macumba Antropfaga, inspirado no manifesto modernista de Oswald de Andrade

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247 - O rito cantante e dançante do Oficina, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa, encerrou neste domingo 10 a Festa Literária Internacional de Paraty sob o lema “Alegria é a prova dos 9” com um cortejo pelas ruas da cidade até a praia. Criado pelo Coro do Oficina Uzyna Uzona, e sob a regência do diretor, a Macumba Antropófaga de Paraty foi concebida para o Gran Finale do “banquete” literário e homenageia a vida e obra do “primeiro poeta pós-moderno do mundo”, Oswald de Andrade, o homenageado na FLIP este ano. O espetáculo leva ao evento os aforismos do Manifesto Antropófago de Oswald e as performances sensuais, erotizadas e poéticas peculiares à trupe paulista. A apresentação é um poema que recria o nascimento do Manifesto dentro da Oca, em que Oswald é interpretado por Marcelo Drummond, e Tarsila do Amaral, pela cantora e atriz Letícia Coura, ambos ficam diante de Macunaíma, encarnado por Roderick Himeros.

O coro tem um papel fundamental em todo o ritual. Ele é formado por mais de 40 artistas (músicos, atores e atrizes, dançarinos e dançarinas, vídeo makers), que fazem baixar no terreiro da praia personagens tão díspares quanto Berlusconi e uma tribo de índios Aymorés, que raptam Peri dos delírios de Carlos Gomes. Curupira (o ator Rodrigo Fidelis), Cristo (o ator Hector Othon), Napoleão (Alessandro Leivas), Ceci (Naomy Schölling), Freud, Ham-let, Hans Staden, Dom Pedro I, Rousseau, Montaigne, Maiakovski, Cristo e Buñuel... também baixam por lá. Assim como Lina Bardi e Pagu. "É uma universidade que já praticamos no Oficina Uzyna Uzona, quebrando as velhas couraças da anatomia analógica patriarcal e cristã com malhadas em nossos corpos, na Bigorna", afirma Zé Celso no site do projeto Uzyna Uzona, convidando a todos que queiram entrar nesta alegria: “Vamos usar nossa intuição animal e inteligência transumana para nos descobrimos, decifrando em nossos corpos a obra deste Poeta do amor/humor/vertigem transmilenar: Oswald de Andrade”!, (com texto e informações do site do Teatro Oficina)

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