A destruição de uma marca

A Lamborghini no deu bola para o consumidor. Resultado? Um carro marretado

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247 – Um carro da montadora italiana Lamborghini custa, no Brasil, R$ 1,6 milhão. A marca é uma das mais admiradas do mundo, especialmente pelos amantes dos modelos “velozes e furiosos”. Na China moderna, repleta de novos ricos, as vendas de carros esportivos nunca estiveram tão aquecidas – o país já é o maior mercado de automóveis do mundo, à frente dos Estados Unidos, e não apenas nos modelos mais populares.

Mas mesmo marcas de alta reputação devem ter mais cuidado na relação com o consumidor. Um comprador chinês, indignado com o fato de que uma concessionária não reparou falhas no seu Lamborghini Gallardo L 140, encontrou uma forma inusitada de protestar. Contratou operários para que destruíssem o carro, a golpes de marreta. A ação foi fotografada e filmada, na cidade de Qingdao, e ganhou o mundo. Detalhe: o Dia dos Direitos do Consumidor é comemorado na China em 16 de março.

No Brasil, marcas de renome também tiveram problemas quando não deram retorno ágil a queixas de consumidor. Foi o caso da Brastemp, que não respondeu a tempo um protesto de cliente postado no YouTube. Ao menos, ele não destruiu a marretadas uma geladeira.

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