Agora no BTG, Nelson Jobim anuncia volta de André Esteves

O ex-ministro Nelson Jobim, que desde 2016 é responsável pelo setor de relações institucionais e políticas de compliance do BTG e também membro do conselho de administração do banco, disse que o banqueiro André Esteves, citado nas investigações da Lava-Jato e, posteriormente, preso, em novembro de 2015, sendo solto pouco depois está prestes a retornar ao BTG; "Primeiro tem que ser absolvido, para resolver tudo, e aí volta para uma função qualquer". disse Jobim

O ex-ministro Nelson Jobim, que desde 2016 é responsável pelo setor de relações institucionais e políticas de compliance do BTG e também membro do conselho de administração do banco, disse que o banqueiro André Esteves, citado nas investigações da Lava-Jato e, posteriormente, preso, em novembro de 2015, sendo solto pouco depois está prestes a retornar ao BTG; "Primeiro tem que ser absolvido, para resolver tudo, e aí volta para uma função qualquer". disse Jobim
O ex-ministro Nelson Jobim, que desde 2016 é responsável pelo setor de relações institucionais e políticas de compliance do BTG e também membro do conselho de administração do banco, disse que o banqueiro André Esteves, citado nas investigações da Lava-Jato e, posteriormente, preso, em novembro de 2015, sendo solto pouco depois está prestes a retornar ao BTG; "Primeiro tem que ser absolvido, para resolver tudo, e aí volta para uma função qualquer". disse Jobim (Foto: Paulo Emílio)

247 - Aos 72 anos, o ex-ministro parece feliz com seu novo papel, informa Malu Delgado, no Valor. "Está ótimo. Era um tema que não conhecia internamente. Agora estou aproveitando muitíssimo." Responsável, desde agosto de 2016, pelo setor de relações institucionais e políticas de compliance do BTG e também membro do conselho de administração do banco, Jobim foi um dos profissionais escalados para reerguer a imagem da instituição financeira após seu então presidente, André Esteves, ser citado nas investigações da Lava-Jato e, posteriormente, preso, em novembro de 2015. Quase três anos após a prisão do banqueiro - que foi solto semanas depois -, o Ministério Público recomendou a absolvição de Esteves por falta de provas. Ele está na iminência de retornar ao BTG, não mais na condição de CEO. "Primeiro tem que ser absolvido, para resolver tudo, e aí volta para uma função qualquer".

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