Alvos da Lava Jato já demitiram 600 mil pessoas

As empreiteiras alvos de corrupção investigadas pela operação Lava Jato já demitiram cerce de 600 mil trabalhadores entre o fim de 2013 e dezembro de 2016; número expressivo equivalente a 5% do total de pessoas que entraram na fila do desemprego entre 2013 e 2016, que foi de 11,2 milhões; hoje este número já está em mais de 12,3 milhões de desempregados; companhias envolvidas na Lava Jato vivem momentos de dificuldade e tentam se reestruturar. As construtoras Queiroz Galvão, Engevix, OAS e Mendes Júnior estão entre as que pediram recuperação judicial; Sete Brasil, criada pela Petrobras para a construção de sondas de petróleo, que chegou a movimentar 15 mil trabalhadores nos estaleiros que contratava para construir suas sondas, hoje, tem sua atividade resumida a 20 funcionários

As empreiteiras alvos de corrupção investigadas pela operação Lava Jato já demitiram cerce de 600 mil trabalhadores entre o fim de 2013 e dezembro de 2016; número expressivo equivalente a 5% do total de pessoas que entraram na fila do desemprego entre 2013 e 2016, que foi de 11,2 milhões; hoje este número já está em mais de 12,3 milhões de desempregados; companhias envolvidas na Lava Jato vivem momentos de dificuldade e tentam se reestruturar. As construtoras Queiroz Galvão, Engevix, OAS e Mendes Júnior estão entre as que pediram recuperação judicial; Sete Brasil, criada pela Petrobras para a construção de sondas de petróleo, que chegou a movimentar 15 mil trabalhadores nos estaleiros que contratava para construir suas sondas, hoje, tem sua atividade resumida a 20 funcionários
As empreiteiras alvos de corrupção investigadas pela operação Lava Jato já demitiram cerce de 600 mil trabalhadores entre o fim de 2013 e dezembro de 2016; número expressivo equivalente a 5% do total de pessoas que entraram na fila do desemprego entre 2013 e 2016, que foi de 11,2 milhões; hoje este número já está em mais de 12,3 milhões de desempregados; companhias envolvidas na Lava Jato vivem momentos de dificuldade e tentam se reestruturar. As construtoras Queiroz Galvão, Engevix, OAS e Mendes Júnior estão entre as que pediram recuperação judicial; Sete Brasil, criada pela Petrobras para a construção de sondas de petróleo, que chegou a movimentar 15 mil trabalhadores nos estaleiros que contratava para construir suas sondas, hoje, tem sua atividade resumida a 20 funcionários (Foto: Aquiles Lins)

247 - As empreiteiras alvos de corrupção investigadas pela operação Lava Jato já demitiram cerce de 600 mil trabalhadores entre o fim de 2013 e dezembro de 2016. 

O número expressivo equivalente a 5% do total de pessoas que entraram na fila do desemprego entre 2013 e 2016, que foi de 11,2 milhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o total de desocupados no País era de 1,1 milhão em dezembro de 2013; no fim de 2016, o número havia crescido para 12,3 milhões.

Levantamento feito pelo jornal Estado de S. Paulo com dez das maiores empresas citadas na Lava Jato mostra que empresas do setor de óleo e gás, como a Petrobras, foram afetadas pela redução da cotação do petróleo, que hoje está próxima de US$ 50.

Companhias envolvidas na Lava Jato vivem momentos de dificuldade e tentam se reestruturar. As construtoras Queiroz Galvão, Engevix, OAS e Mendes Júnior estão entre as que pediram recuperação judicial. Grandes empresas como a Odebrecht e a Andrade Gutierrez também enfrentam alto endividamento e dificuldades de destravar obras com recursos públicos. 

A Sete Brasil, empresa criada pela Petrobrás para a construção de sondas de petróleo, que chegou a movimentar 15 mil trabalhadores nos estaleiros que contratava para construir suas sondas. Hoje, a atividade da Sete se resumiria a 20 funcionários. A companhia aguarda a aprovação de seu plano de recuperação no início de maio. 

Leia reportagem de Fernando Scheller o sobre o assunto. 

 

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