André Esteves ganha uma CPI para chamar de sua

O bilionário André Esteves, dono do BTG Pactual e de uma fortuna de US$ 3,9 bilhões, será um dos personagens principais da CPI da Petrobras; isso porque uma das quatro sub-relatorias terá como foco negócios que o atingem diretamente: a compra de poços de petróleo na África e a Sete Brasil, empresa da qual é o maior acionista; além disso, ele foi citado, no último fim de semana, em denúncia sobre propina relacionada a postos de combustíveis

O bilionário André Esteves, dono do BTG Pactual e de uma fortuna de US$ 3,9 bilhões, será um dos personagens principais da CPI da Petrobras; isso porque uma das quatro sub-relatorias terá como foco negócios que o atingem diretamente: a compra de poços de petróleo na África e a Sete Brasil, empresa da qual é o maior acionista; além disso, ele foi citado, no último fim de semana, em denúncia sobre propina relacionada a postos de combustíveis
O bilionário André Esteves, dono do BTG Pactual e de uma fortuna de US$ 3,9 bilhões, será um dos personagens principais da CPI da Petrobras; isso porque uma das quatro sub-relatorias terá como foco negócios que o atingem diretamente: a compra de poços de petróleo na África e a Sete Brasil, empresa da qual é o maior acionista; além disso, ele foi citado, no último fim de semana, em denúncia sobre propina relacionada a postos de combustíveis (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O bilionário André Esteves, controlador do BTG Pactual e dono de uma fortuna de US$ 3,9 bilhões, agora tem uma CPI para chamar de sua.

Isso porque uma das quatro sub-relatorias da CPI da Petrobras poderia se chamar André Esteves. Ela tem como foco negócios que atingem diretamente o bilionário: a compra de poços de petróleo na África e a polêmica Sete Brasil, empresa que tem o BTG como maior acionista.

Esta sub-relatoria será presidida pelo deputado André Moura (PSC-SE). As outras três investigarão superfaturamento em refinarias, contratação de sondas e navios e constituição de empresas subsidiárias. Todas elas atingirão várias empresas, como as empreiteiras do suposto cartel e multinacionais que fornecem equipamentos à Petrobras.

No entanto, no caso da sub-relatoria da África e da Sete Brasil, o BTG tem um protagonismo natural. É mais um problema para o bilionário, que, no fim de semana, foi citado em reportagem da revista Época sobre um esquema de propinas relacionado a postos de combustíveis (saiba mais aqui).

 

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