Barbosa e Mercadante são favoritos para comando do Conselho da Petrobras

Novo presidente do Conselho de Administração da Petrobras deverá ser escolhido entre o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, informa a Reuters nesta sexta (18); "Dificilmente a Dilma escolherá o Joaquim Levy para presidir o conselho. Acho que deve ficar entre o Barbosa e o Mercadante", afirmou fonte

Novo presidente do Conselho de Administração da Petrobras deverá ser escolhido entre o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, informa a Reuters nesta sexta (18); "Dificilmente a Dilma escolherá o Joaquim Levy para presidir o conselho. Acho que deve ficar entre o Barbosa e o Mercadante", afirmou fonte
Novo presidente do Conselho de Administração da Petrobras deverá ser escolhido entre o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, informa a Reuters nesta sexta (18); "Dificilmente a Dilma escolherá o Joaquim Levy para presidir o conselho. Acho que deve ficar entre o Barbosa e o Mercadante", afirmou fonte (Foto: Valter Lima)
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Por Jeferson Ribeiro

BRASÍLIA (Reuters) - O novo presidente do Conselho de Administração da Petrobras deverá ser escolhido entre o futuro ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse à Reuters nesta sexta-feira uma fonte próxima à presidente Dilma Rousseff.

"Dificilmente a Dilma escolherá o Joaquim Levy (futuro ministro da Fazenda) para presidir o conselho. Acho que deve ficar entre o Barbosa e o Mercadante", afirmou fonte, que prefere ficar no anonimato.

Segundo essa fonte, a escolha de Barbosa seria adotada para equilibrar o poder entre os ministérios do Planejamento e da Fazenda, dando mais força para Barbosa.

Já Mercadante, segundo a fonte, é o ministro mais próximo de Dilma há meses, e essa proximidade pode levá-lo ao Conselho de Administração, principalmente com a situação delicada da Petrobras.

A estatal está no centro de investigações da operação Lava Jato, da Polícia Federal, que apura um suposto esquema de corrupção envolvendo superfaturamento de contratos de empreiteiras com a estatal e repasse de recursos para partidos políticos.

As ações da Petrobras acumulam perdas de cerca de 40 por cento neste ano.

Uma outra fonte do Palácio do Planalto disse à Reuters que "não sente nenhuma motivação" de Levy em assumir o comando do Conselho de Administração da Petrobras, que hoje está com o ministro Guido Mantega (Fazenda).

Atualmente, além de Mantega, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, estão entre os conselheiros mais próximos do governo que compõem o Conselho de Administração.

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