Bolsonaro diz que não poderá pagar o auxílio emergencial por muito tempo porque "a economia tem que funcionar"

"Não dá para continuar muito, porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que funcionar. E alguns governadores, alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado”, disse Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (5) em frente ao Palácio da Alvorada

Jair Bolsonaro e Fila na Caixa Econômica Federal
Jair Bolsonaro e Fila na Caixa Econômica Federal (Foto: REUTERS/Adriano Machado | Roberto Parizotti/FotosPublicas)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - Jair Bolsonaro afirmou que o governo não poderá estender o auxílio emergencial por muito tempo porque “a economia tem que funcionar”. Declaração de Bolsonaro foi feita nesta quarta-feira (5), em frente ao Palácio da Alvorada, após um apoiador agradecer a concessão do benefício que, segundo ele, garantiu a comida em sua residência. 

“Começou a pagar a quarta parcela e tem a quinta ([do auxílio emergencial]. Não dá para continuar muito, porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que funcionar. E alguns governadores, alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado”, disse Bolsonaro, segundo reportagem do jornal O Globo.  

A ampliação da concessão do benefício até dezembro, contudo, já vem sendo analisada pelo Ministério da Economia. Segundo interlocutores da equipe do ministro Paulo Guedes, neste caso o valor das parcelas seria menor que os R$ 600 pagos atualmente. 

Uma das propostas em análise é o pagamento de quatro parcelas de R$ 200, valor semelhante à média paga pelo Bolsa Família. A redução do valor, porém, depende de aprovação por parte do Congresso Nacional. 

Participe da campanha de assinaturas solidárias do Brasil 247. Saiba mais.

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247