Brasil: emprego para todos

Quem procura, acha trabalho; IBGE apura que o desemprego nunca foi to pequeno no Pas como no ms passado; taxa de 6,4% a menor desde 2002; salrio mdio de R$ 1.540

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247 _ O desemprego nunca esteve tão pequeno no País como no mês de abril. Não, pelo menos, desde que começou a ser medido pelos critérios atuais usados pelo IBGE, cuja série histórica começou em abril de 2002. Desde lá, a taxa de 6,4%, verificada no mês passado nas seis maiores regiões metropolitanas brasileiras – Recife Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre – é a menor de todas. Ela significa que existem 1,5 milhão de pessoas sem emprego nestas áreas. Os quase cerca de 22,3 milhões que estão trabalhando (a chamada população ocupada) recebem, em média, salários de R$ 1.540, 1,8% maior do que foi apurado em abril de 2010.

Estes número chegam bem próximos dos que permitem afirmar que a economia vive uma situação de pleno emprego. É aquela em que, com um minimo de qualificação, quem procura, acha trabalho.

Nas regiões citadas, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, de 10,8 milhões, não apresentou variação significativa em relação a março. Na comparação com abril de 2010, porém, houve aumento de 6,8%, representando um adicional de 686 mil postos de trabalho com carteira assinada. A massa de rendimento real habitual (R$ 34,7 bilhões) ficou 1,7% abaixo da registrada em março e cresceu 4,3% em relação a abril de 2010.

No confronto com abril do ano passado, o IBGE descobriu que houve aumento de 5,6% no emprego na área de serviços prestados à empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira. Outros serviços (alojamento, alimentação, transporte, armazenagem e comunicações, limpeza urbana, atividades associativas, culturais e desportivas e serviços pessoais) elevaram em 5,4% a taxa média de emprego.

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