'Brasil está ficando tão competitivo como a China na indústria'

Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES e presidente da Foton Caminhões, afirma que o real desvalorizado traz um ganho de competitividade para a indústria imenso; ele afirma que o ‘novo câmbio’ permitiria à fábrica brasileira vender na América Latina um caminhão de 10 toneladas por quase o mesmo preço com que o veículo sai da Foton chinesa

Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES e presidente da Foton Caminhões, afirma que o real desvalorizado traz um ganho de competitividade para a indústria imenso; ele afirma que o ‘novo câmbio’ permitiria à fábrica brasileira vender na América Latina um caminhão de 10 toneladas por quase o mesmo preço com que o veículo sai da Foton chinesa
Luiz Carlos Mendonça de Barros, ex-presidente do BNDES e presidente da Foton Caminhões, afirma que o real desvalorizado traz um ganho de competitividade para a indústria imenso; ele afirma que o ‘novo câmbio’ permitiria à fábrica brasileira vender na América Latina um caminhão de 10 toneladas por quase o mesmo preço com que o veículo sai da Foton chinesa (Foto: Roberta Namour)
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247 – Para o ex-presidente do BNDES Luiz Carlos Mendonça de Barros, o ‘Brasil está ficando tão competitivo como a China na indústria’, com o ‘novo câmbio’.

Em entrevista ao Valor, o atual presidente da Foton Caminhões afirma que o real desvalorizado traz um ganho de competitividade para a indústria imenso. Ele afirma que o ‘novo câmbio’ permitiria à fábrica brasileira vender na América Latina um caminhão de 10 toneladas por quase o mesmo preço com que o veículo sai da Foton chinesa.

Mendonça lembra que, com o boom das commodities e com a supervalorização do real houve forte perda de competitividade das exportações e o consequente aumento das importações. O peso da indústria de transformação no PIB recuou de quase 20% para 10% e parte importante do mercado passou a ser atendido por bens importados, como a China ocupando o primeiro lugar na cadeia de novos fornecedores. “A indústria não vai mais comprar tudo que hoje compra da China”, diz (leia aqui).

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