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BTG tenta fazer fusão entre a TIM e a OI

Bando de André Esteves procurou o fundo russo LetterOne (L1), do bilionário Mikhail Fridman, para investir na Oi, que está endividada, na tentativa de fazer uma fusão com a operadora TIM; a quarta maior operadora do País encerrou o segundo trimestre com dívida bruta de R$ 51,28 bilhões

Bando de André Esteves procurou o fundo russo LetterOne (L1), do bilionário Mikhail Fridman, para investir na Oi, que está endividada, na tentativa de fazer uma fusão com a operadora TIM; a quarta maior operadora do País encerrou o segundo trimestre com dívida bruta de R$ 51,28 bilhões (Foto: Roberta Namour)

247 - O BTG Pactual tenta acelerar o processo de consolidação da Oi, que está endividada, com a operadora TIM, controlada pela Telecom Itália.

O fundo LetterOne (L1), do bilionário russo Mikhail Fridman, que tem participações em empresas de telecomunicações na Europa, foi um dos procurados pelo bando de André Esteves para investir no negócio. Em abril, o fundo informou ao mercado que tem US$ 16 bilhões para investir em empresas de telecomunicações, tecnologia e também de óleo e gás.

A Oi, quarta maior operadora do País encerrou o segundo trimestre com dívida bruta de R$ 51,28 bilhões.

Leia aqui reportagem de Mônica Scaramuzzo sobre o assunto.