Caixa libera R$ 3,8 bi para financiamentos na linha Pró-Cotista

Recursos dessa linha para a faixa de maior demanda - imóveis de R$ 225 mil a R$ 500 mil - haviam se esgotado, em abril deste ano, mesmo com a liberação de R$ 7 bilhões do FGTS recebidos pela Caixa dois meses antes de os recursos acabarem; o financiamento pela linha Pró-Cotista pode ser contratado por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS, com saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel ou estar trabalhando

Caixa Econômica Federal
Caixa Econômica Federal (Foto: Gisele Federicce)
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Da Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal tem R$ 3,8 bilhões para financiar a compra da casa própria pela linha Pró-Cotista. O banco informou que o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) liberou orçamentos específicos para contratações nas três faixas da linha Pró-Cotista.

Os recursos dessa linha para a faixa de maior demanda - imóveis de R$ 225 mil a R$ 500 mil - haviam se esgotado, em abril deste ano, mesmo com a liberação de R$ 7 bilhões do FGTS recebidos pela Caixa dois meses antes dos recursos acabarem.

Segundo a Caixa, o Conselho Curador do FGTS autorizou o remanejamento de R$ 1 bilhão da primeira faixa (destinada a financiamentos de até R$ 225 mil) e R$ 700 milhões da terceira faixa (que contempla financiamentos com valores superiores a R$ 500 mil) para a faixa intermediária. Dessa forma, foram remanejados R$ 1,7 bilhão para suprir a demanda da segunda faixa (R$ 225 mil a R$ 500 mil).

O financiamento pela linha Pró-Cotista pode ser contratado por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS. Também é preciso ter saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel ou estar trabalhando. A taxa de juros é de 8,66% ao ano.

Desde a última segunda-feira (25), a Caixa Econômica Federal passou a financiar também imóveis de até R$ 3 milhões, o dobro do limite anterior de financiamento. A mudança foi anunciada na semana passada pela instituição financeira e afeta somente operações de crédito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). Essa modalidade de crédito financia imóveis mais caros, sem emprestar dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

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