Caminhoneiros ameaçam parar em todo Brasil, contra a política de preços implantada no golpe de 2016 e mantida por Bolsonaro

Motoristas já estão em estado de greve e devem fechar as estradas dentro de 15 dias

Bolsonaro e greve dos caminhoneiros em maio de 2018
Bolsonaro e greve dos caminhoneiros em maio de 2018 (Foto: Alan Santos/PR | REUTERS/Leonardo Benassatto)
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247 – "Grupos de caminhoneiros prometeram hoje, após reunião no Rio de Janeiro, uma nova paralisação a partir de 1º de novembro caso suas reivindicações não sejam atendidas pelo governo Bolsonaro, entre elas a queda do preço do diesel. No encontro, associações de motoristas decidiram declarar 'estado de greve' de 15 dias", informam os jornalistas José Dacau e Lucas Borges Teixeira, em reportagem publicada no Uol.

"Além da reivindicação da diminuição do preço do diesel, os caminhoneiros reivindicam também a 'defesa da constitucionalidade do Piso Mínimo de Frete' e o retorno da aposentadoria especial após 25 anos de contribuição ao INSS", prosseguem.

Os preços altíssimos dos combustíveis são consequência do golpe de 2016, contra a ex-presidente Dilma Rousseff, que teve como motivação essencial transferir a renda do petróleo brasileiro da sociedade nacional para acionistas privados da estatal. Tal política produziu a greve dos caminhoneiros, em 2017, e sucessivas crises econômicas no Brasil, mas Jair Bolsonaro, que é consequência do golpe, não tem coragem para enfrentar o problema.

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