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CNC: 2017 será mais um ano de queda no setor de serviços

Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) não está otimista com a projeção do setor de Serviços em 2017; depois de margar uma queda de 5% em 2016 e iniciar 2017 com vendas 7,3% menores que no mesmo período do ano passado, a entidade prevê uma nova queda, de 1,3%, para este ano; "Mesmo respondendo por quase metade do emprego formal do País, ou seja, 44% do total, a recuperação do segmento está distante da recuperação", disse Fabio Bentes, economista da CNC

Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) não está otimista com a projeção do setor de Serviços em 2017; depois de margar uma queda de 5% em 2016 e iniciar 2017 com vendas 7,3% menores que no mesmo período do ano passado, a entidade prevê uma nova queda, de 1,3%, para este ano; "Mesmo respondendo por quase metade do emprego formal do País, ou seja, 44% do total, a recuperação do segmento está distante da recuperação", disse Fabio Bentes, economista da CNC (Foto: Aquiles Lins)

247 - No dia em que o IBGE divulgou que o setor de serviços registrou seu pior janeiro em cinco anos, com queda de 7,3% comparado com o mesmo período de 2016 (leia mais), a Confederação Nacional do Comércio (CNC) considera que 2017 será mais um ano de perdas para o setor, que já encolheu 5% em 2016.

Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o maior grau de dependência das condições internas por parte do setor de serviços deverá contribuir para retardar a reativação do nível de atividade do setor após dois anos de perdas (-3,6% em 2015 e -5,0% em 2016).

Dessa forma, mesmo considerando um cenário mais favorável do ponto de vista do comportamento dos preços e do custo dos investimentos, a CNC projeta variação no volume de receitas do setor de -1,3%, em 2017.

"Mesmo respondendo por quase metade do emprego formal do País, ou seja, 44% do total, a recuperação do segmento está distante da recuperação. O ritmo de atividade econômica no setor terciário ainda se encontra distante, uma vez que, na comparação com janeiro do ano passado, a retração de 7,3% foi a vigésima primeira consecutiva nessa base comparativa e a maior perda de volume de receita desde outubro do ano passado, quando foi registrada queda de 7,9%", pontua Fabio Bentes, economista da CNC.