Confira a fala em que dono da Havan coage funcionários em prol de Bolsonaro

Cabo eleitoral de Jair Bolsonaro (PSL), Luciano Hang, dono da Havan, reuniu dezenas de funcionários para pregar sobre dois temas principais: a "guerra contra o comunismo" e a necessidade do voto em seu candidato; foram 39 minutos de transmissão ao vivo, em sua página no Facebook, começando com a execução do hino nacional, fechando com jingle do capitão reformado e, no segmento "Havan fechada", ao lembrar que atualmente a empresa tem 15 mil colaboradores e mais de 60 mil pessoas dependentes da Havan, ameaçou: "Não tem empresário, não tem empreendedor neste país que vai investir dinheiro com o PT novamente no poder"

Confira a fala em que dono da Havan coage funcionários em prol de Bolsonaro
Confira a fala em que dono da Havan coage funcionários em prol de Bolsonaro

247 - Cabo eleitoral de Jair Bolsonaro (PSL), Luciano Hang, dono da Havan, reuniu dezenas de funcionários para pregar sobre dois temas principais: a "guerra contra o comunismo" e a necessidade do voto em seu candidato. Foram 39 minutos de transmissão ao vivo, em sua página no Facebook, começando com a execução do hino nacional, fechando com jingle do capitão reformado e, no segmento "Havan fechada", ao lembrar que atualmente a empresa tem 15 mil colaboradores e mais de 60 mil pessoas dependentes da Havan, ameaçou: "Não só eu, mas todos os empresários brasileiros estão esperando o resultado dessas eleições (...). Não tem empresário, não tem empreendedor neste país que vai investir dinheiro com o PT novamente no poder".

Metralhando memes, Luciano Hang chamou o PSDB de partido socialista, disse que o Brasil só não virou uma república comunista porque Eduardo Cunha impediu com o impeachment de Dilma Rousseff, citou os clássicos Venezuela, Cuba, Bolívia e Alemanha Oriental, chamou o candidato a deputado estadual e ex-prefeito de Brusque, Paulo Eccel (PT-SC), de adepto de Fidel Castro e pediu ao povo brusquense que não vote nele por ser tão comunista quanto Maduro, e acusou artistas como Chico Buarque, Jô Soares, Marieta Severo, Maria Betânia e Daniela Mercury, entre outros, de participarem do #EleNão por serem pagos pelo PT e comunistas.

No final, pediu para seus colaboradores esquecerem todos os candidatos de direita a praticarem o voto útil no primeiro turno em Bolsonaro, usando argumentos como: "Precisamos de uma pessoa que tenha uma ideologia do bem. Se o cara é anti-comunista, ele monta uma cultura do bem e ele monta as metas do bem (...). O que nós temos que mudar neste país é a ideologia da cabeça das pessoas, e o único que pode fazer isso é Bolsonaro".

Leia mais sobre a coação de Luciano Hang

O vídeo: 

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