Construção civil demite 17,4 mil em abril

A construção civil registrou queda de 0,61% no nível de emprego no mês de abril na comparação com o de março; foram fechados 17,4 mil postos de trabalho; desde outubro de 2014, o setor apresenta quedas consecutivas, revela pesquisa do sindicato em parceria com a FGV

A construção civil registrou queda de 0,61% no nível de emprego no mês de abril na comparação com o de março; foram fechados 17,4 mil postos de trabalho; desde outubro de 2014, o setor apresenta quedas consecutivas, revela pesquisa do sindicato em parceria com a FGV
A construção civil registrou queda de 0,61% no nível de emprego no mês de abril na comparação com o de março; foram fechados 17,4 mil postos de trabalho; desde outubro de 2014, o setor apresenta quedas consecutivas, revela pesquisa do sindicato em parceria com a FGV (Foto: Gisele Federicce)

Fernanda Cruz – Repórter da Agência Brasil

A construção civil registrou queda de 0,61% no nível de emprego no mês de abril na comparação com o de março. Foram fechados 17,4 mil postos de trabalho.

Desde outubro de 2014, o setor apresenta quedas consecutivas, revela pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e Emprego.

De acordo com a pesquisa, no acumulado do ano, foram demitidas 72,9 mil pessoas. Em 12 meses, o total de cortes chega a 398,2 mil trabalhadores, mesmo patamar de maio de 2010.

Por segmento, as obras de instalação tiveram a maior retração (-1,45%) em abril na comparação com março, seguidas pelo setor imobiliário (-0,83%). No acumulado do ano, contra o mesmo período do ano anterior, o segmento imobiliário apresenta a maior queda (-16,98%).

Por regiões, os piores resultados foram observados no Nordeste (-1,75%) e no Norte (-0,89%). Na outra ponta, o Centro-Oeste apresentou alta de 1,43%, seguido pela Região Sul, com 0,10%.

Para o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, a queda era esperada, por causa da recessão, e se repetirá nos próximos meses, caso não haja incentivos ao setor.

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