Crise do petróleo deve tirar R$ 62 bi da economia

Estimativa do Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro é de que o País deixe de gerar este montante em renda até 2019; queda da cotação do petróleo e redução de investimentos por parte da Petrobras vão levar ainda a uma redução de 45% nos aportes da indústria e de 26% na criação de empregos nos próximos cinco anos, de acordo com os pesquisadores

Estimativa do Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro é de que o País deixe de gerar este montante em renda até 2019; queda da cotação do petróleo e redução de investimentos por parte da Petrobras vão levar ainda a uma redução de 45% nos aportes da indústria e de 26% na criação de empregos nos próximos cinco anos, de acordo com os pesquisadores
Estimativa do Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro é de que o País deixe de gerar este montante em renda até 2019; queda da cotação do petróleo e redução de investimentos por parte da Petrobras vão levar ainda a uma redução de 45% nos aportes da indústria e de 26% na criação de empregos nos próximos cinco anos, de acordo com os pesquisadores (Foto: Gisele Federicce)
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247 - Por conta da crise do setor petroleiro, o Brasil deverá deixar de gerar R$ 62 bilhões em renda até 2019, estimam pesquisadores do Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A queda da cotação do petróleo no mercado internacional e a redução nos investimentos da Petrobras vão levar ainda a uma redução de 45% nos aportes da indústria e de 26% na criação de empregos nos próximos cinco anos, de acordo com a UFRJ.

Os números fazem parte do estudo "Impactos Macroeconômicos da Indústria de Petróleo e Gás Natural" e constam em reportagem de Fernanda Nunes e Antonio Pita, publicada neste sábado.

Se tivesse mantido o ritmo de crescimento registrado até 2013, o setor do petróleo no Brasil poderia injetar US$ 236,7 bilhões em investimentos de 2015 a 2019. Diante do novo cenário, no entanto, a projeção caiu 45%, para US$ 130 bilhões.

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