CVM acusa 40 administradores da Petrobras por irregularidades na estatal

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acusou 40 ex-executivos da Petrobras de terem fraudado normas contábeis vigentes no Brasil. Suspeitas de irregularidades diz respeito a reavaliação do valor de ativos como as Refinarias Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, e Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), no Rio de Janeiro; dentre os acusados pela CVM estão os ex-presidentes da Petrobras Aldemir Bendine, Graça Foster, além do diretor financeiro da estatal Ivan Monteiro; do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, da ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior, do ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e os empresários Jorge Gerdau e Josué Gomes da Silva

Sede da Petrobras no Rio de Janeiro, Brasil 14/9/2017 REUTERS/Sergio Moraes
Sede da Petrobras no Rio de Janeiro, Brasil 14/9/2017 REUTERS/Sergio Moraes (Foto: Paulo Emílio)

247 - A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) acusou 40 ex-executivos da Petrobras de terem fraudado normas contábeis vigentes no Brasil. Suspeitas de irregularidades diz respeito a reavaliação do valor de ativos como as Refinarias Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, e Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), no Rio de Janeiro. Dentre os acusados pela CVM estão os ex-presidentes da Petrobras Aldemir Bendine, Graça Foster, além do diretor financeiro da estatal Ivan Monteiro.

Segundo a CVM, eles teriam incorrido em falhas no chamado "dever de diligência", pelo qual os administradores devem zelar pela saúde financeira da empresa. Em função disso, as falhas contábeis podem ter levado a estatal a divulgar informações ao mercado que não correspondiam a sua real situação financeira.

De acordo com o Estadão, também figuram no processos aberto pela CVM os nomes do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, da ex-ministra do Planejamento Miriam Belchior, do ex-presidente do BNDES, Luciano Coutinho, além dos empresários Jorge Gerdau e Josué Gomes da Silva.

 

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