Decisão do STF pode abrir rombo de R$ 300 bilhões

Corte decidirá amanhã sobre a mudança no cálculo das dívidas dos estados, se permite o uso de juros simples no cálculo, como querem governadores; o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, já se posicionou contrário à medida; segundo ele, cálculos preliminares do Senado mostram que a aplicação da metodologia significaria perdas para a União de R$ 313 bilhões

Corte decidirá amanhã sobre a mudança no cálculo das dívidas dos estados, se permite o uso de juros simples no cálculo, como querem governadores; o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, já se posicionou contrário à medida; segundo ele, cálculos preliminares do Senado mostram que a aplicação da metodologia significaria perdas para a União de R$ 313 bilhões
Corte decidirá amanhã sobre a mudança no cálculo das dívidas dos estados, se permite o uso de juros simples no cálculo, como querem governadores; o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, já se posicionou contrário à medida; segundo ele, cálculos preliminares do Senado mostram que a aplicação da metodologia significaria perdas para a União de R$ 313 bilhões (Foto: Roberta Namour)
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247 - O STF decidirá amanhã sobre a mudança no cálculo das dívidas dos estados, se permite o uso de juros simples no cálculo, como querem governadores.

Na semana passada, o STF concedeu liminar a São Paulo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Pará permitindo que suas dívidas junto à União sejam calculadas com juros simples, e não compostos, juntando-se a Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que já tinham obtido liminar neste sentido.

Além disso, Goiás, Alagoas e a cidade de Bauru, no interior de São Paulo, também entraram com pedidos no STF.

O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, já se posicionou contrário à medida. Segundo ele, cálculos preliminares do Senado mostram que a aplicação da metodologia significaria perdas para a União de R$ 313 bilhões.

 

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