Déficit primário em 2015 poderá chegar a R$ 50 bi

Governo deverá anunciar que fechará o Orçamento 2015 com um déficit entre 0,5% e 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB), algo próximo dos R$ 50 bilhões; no início do ano, estimativas apontavam para uma meta de superávit da ordem de 1,13% do PIB, cerca de R$ 66,3 bilhões; em julho, este índice foi revisado para 0,15% do PIB (R$ 8,8 bilhões); caso o pior cenário seja concretizado, um déficit primário de 0,85% seria o maior desde que a série histórica começou a ser acompanhada pelo Banco Central, em 2001

Governo deverá anunciar que fechará o Orçamento 2015 com um déficit entre 0,5% e 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB), algo próximo dos R$ 50 bilhões; no início do ano, estimativas apontavam para uma meta de superávit da ordem de 1,13% do PIB, cerca de R$ 66,3 bilhões; em julho, este índice foi revisado para 0,15% do PIB (R$ 8,8 bilhões); caso o pior cenário seja concretizado, um déficit primário de 0,85% seria o maior desde que a série histórica começou a ser acompanhada pelo Banco Central, em 2001
Governo deverá anunciar que fechará o Orçamento 2015 com um déficit entre 0,5% e 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB), algo próximo dos R$ 50 bilhões; no início do ano, estimativas apontavam para uma meta de superávit da ordem de 1,13% do PIB, cerca de R$ 66,3 bilhões; em julho, este índice foi revisado para 0,15% do PIB (R$ 8,8 bilhões); caso o pior cenário seja concretizado, um déficit primário de 0,85% seria o maior desde que a série histórica começou a ser acompanhada pelo Banco Central, em 2001 (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O Governo deverá anunciar que deverá fechar o Orçamento 2015 com um déficit entre 0,5% e 0,85% do Produto Interno Bruto (PIB), algo próximo dos R$ 50 bilhões. Inicialmente o governo trabalhava com uma meta de superávit da ordem de 1,13% do PIB, cerca de R$ 66,3 bilhões. Em julho, este índice foi novamente revisado para 0,15% do PIB (R$ 8,8 bilhões). A nova meta orçamentária deverá ser discutida com a presidente Dilma Rousseff ainda esta semana, após o seu retorno da Suécia, para então ser encaminhada ao Congresso.

Caso o pior cenário seja concretizado, um déficit primário de 0,85% seria o maior desde que a série histórica começou a ser acompanhada pelo Banco Central, em 2001, superando até mesmo o déficit primário de 2014, o maior registrado até agora, que foi de 0,63% do PIB.

Segundo matérias veiculadas pela mídia, o rombo teria sido fortemente impactado pela decisão do governo de contabilizar as chamadas pedaladas fiscais que teriam continuado a ocorrer ao longo deste ano. O temor é de que caso setes valores não fossem lançados, o governo pudesse ser acusado de maquiar as contas públicas.

Com isso, a expectativa é que este tipo de problema seja sanado este ano. A oposição tem se valido das pedaladas fiscais como o principal argumento para justificar a abertura de um processo de impeachment contra a presidente.

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