Delfim contesta delação da Andrade Gutierrez

Flávio Barra, alto executivo da Andrade Gutierrez, disse em acordo de delação premiada que a empreiteira pagou propina de R$ 15 milhões ao ex-ministro Delfim Netto, na fase final das negociações para a construção da usina de Belo Monte, em 2010; “No leilão da hidroelétrica de Belo Monte, em abril de 2010, haveria um único concorrente. Trabalhei para ajudar a promover um segundo consórcio para que ele fosse mais transparente, competitivo e vencesse o menor preço, o que daria maior eficiência ao projeto”, contesta Delfim

Flávio Barra, alto executivo da Andrade Gutierrez, disse em acordo de delação premiada que a empreiteira pagou propina de R$ 15 milhões ao ex-ministro Delfim Netto, na fase final das negociações para a construção da usina de Belo Monte, em 2010; “No leilão da hidroelétrica de Belo Monte, em abril de 2010, haveria um único concorrente. Trabalhei para ajudar a promover um segundo consórcio para que ele fosse mais transparente, competitivo e vencesse o menor preço, o que daria maior eficiência ao projeto”, contesta Delfim
Flávio Barra, alto executivo da Andrade Gutierrez, disse em acordo de delação premiada que a empreiteira pagou propina de R$ 15 milhões ao ex-ministro Delfim Netto, na fase final das negociações para a construção da usina de Belo Monte, em 2010; “No leilão da hidroelétrica de Belo Monte, em abril de 2010, haveria um único concorrente. Trabalhei para ajudar a promover um segundo consórcio para que ele fosse mais transparente, competitivo e vencesse o menor preço, o que daria maior eficiência ao projeto”, contesta Delfim (Foto: Roberta Namour)

247 – O ex-ministro Delfim Netto questionou a versão da delação da Andrade Gutierrez sobre suposta propina em Belo Monte.

Flávio Barra, alto executivo da Andrade disse no acordo que a empreiteira pagou propina de R$ 15 milhões a Delfim, na fase final das negociações para a construção da usina de Belo Monte, em 2010.

“No leilão da hidroelétrica de Belo Monte, em abril de 2010, haveria um único concorrente. Trabalhei para ajudar a promover um segundo consórcio para que ele fosse mais transparente, competitivo e vencesse o menor preço, o que daria maior eficiência ao projeto”, contestou Delfim.

“Foi o que de fato aconteceu. Recebi honorários por serviço prestado, materialmente comprovado pelo resultado do leilão, através de contratos registrados e impostos devidamente recolhidos”, concluiu (leia aqui).

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