Demanda por crédito cresce 5% em maio, diz Serasa Experian

Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito aponta que entre janeiro e maio deste ano a demanda do consumidor por crédito cresceu 2,5% em relação ao mesmo período de 2015; Região Sudeste foi a que registrou a maior demanda por crédito: 6,2%

Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito aponta que entre janeiro e maio deste ano a demanda do consumidor por crédito cresceu 2,5% em relação ao mesmo período de 2015; Região Sudeste foi a que registrou a maior demanda por crédito: 6,2%
Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito aponta que entre janeiro e maio deste ano a demanda do consumidor por crédito cresceu 2,5% em relação ao mesmo período de 2015; Região Sudeste foi a que registrou a maior demanda por crédito: 6,2% (Foto: Paulo Emílio)
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Elaine Patricia Cruz, repórter da Agência Brasil - A quantidade de pessoas que buscou crédito em maio cresceu 5% na comparação a abril e 2,1% na relação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado hoje (20).

Segundo o indicador, entre janeiro e maio deste ano a demanda do consumidor por crédito cresceu 2,5% em relação ao mesmo período de 2015.

Para os economistas da Serasa Experian, o crescimento da busca por crédito em maio foi estimulado pelo Dia das Mães. No entanto, eles consideraram que o crescimento em relação a maio do ano passado foi pequeno por causa das condições mais restritivas para crédito este ano.

Por regiões

Em maio, houve crescimento na procura do consumidor por crédito em todas as regiões do país na comparação com abril. Na região Sudeste, a demanda por crédito cresceu 6,2%, enquanto no Nordeste, Centro-Oeste, Sul 2,8% e Norte a demanda registrou crescimento de 5,0%, 4,3%, 2,8% e 2,6%, respectivamente.

No acumulado dos primeiros cinco meses deste ano, as demandas dos consumidores por crédito avançaram 5,0% na Região Sul, 3,9% no Sudeste e 2,9% no Centro-Oeste, mas apresentaram quedas nas regiões Norte (-2,4%) e Nordeste (-2,5%).

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