Depois de quebrar o país, governo fala em economia de R$ 2,6 bi com revisão de benefícios

Após reduzir investimentos e suprimir direitos trabalhistas, além de registar o maior déficit das contas públicas da história, o governo Michel Temer anunciou que espera economizar R$ 2,6 bilhões por ano apenas com os cancelamentos de 159.981 mil benefícios, como os de auxílio-doença; expectativa do Ministério do Desenvolvimento Social é de que 530.191 benefícios de auxílio-doença sejam revisados, resultando em economia de R$ 2,6 bilhões

Após reduzir investimentos e suprimir direitos trabalhistas, além de registar o maior déficit das contas públicas da história, o governo Michel Temer anunciou que espera economizar R$ 2,6 bilhões por ano apenas com os cancelamentos de 159.981 mil benefícios, como os de auxílio-doença; expectativa do Ministério do Desenvolvimento Social é de que 530.191 benefícios de auxílio-doença sejam revisados, resultando em economia de R$ 2,6 bilhões
Após reduzir investimentos e suprimir direitos trabalhistas, além de registar o maior déficit das contas públicas da história, o governo Michel Temer anunciou que espera economizar R$ 2,6 bilhões por ano apenas com os cancelamentos de 159.981 mil benefícios, como os de auxílio-doença; expectativa do Ministério do Desenvolvimento Social é de que 530.191 benefícios de auxílio-doença sejam revisados, resultando em economia de R$ 2,6 bilhões (Foto: Paulo Emílio)

Pedro Peduzzi, repórter da Agência Brasil - O Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) estima economizar R$ 2,6 bilhões por ano apenas com os cancelamentos de 159.981 mil benefícios como os de auxílio-doença. De acordo com a pasta, até o dia 14 de julho foram feitas 199.981 perícias nesse grupo.

Outros 20.304 benefícios foram cancelados porque os beneficiários não compareceram após serem convocados. A expectativa é de que a economia seja ainda maior com a conversão de 31.863 benefícios em aposentadoria por invalidez; 1.802 em auxílio-acidente; 1.058 em aposentadoria por invalidez (com acréscimo de 25% no valor do benefício).

Há ainda 5.294 pessoas que foram encaminhadas para reabilitação profissional. A expectativa é de que 530.191 benefícios de auxílio-doença sejam revisados, resultando em economia de R$ 2,6 bilhões para os cofres públicos.

 

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