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Depressão de Temer, deixa 1,5 mi de brasileiros negativados no 1º semestre

Recessão pós-golpe do governo Michel Temer colocou 1,5 milhão de pessoas na lista negra das instituições de proteção ao crédito no primeiro semestre deste ano; segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) cerca de 59,6 milhões de brasileiros estavam com o nome sujo ao longo dos seis primeiros meses de 2017. Total de brasileiros com o nome negativado no comércio corresponde a 39,6% da população com idade entre 188 e 95 anos; para presidente da CNDL, Honório Pinheiro, sem perspectivas de recuperação da economia em curto prazo, o Brasil continuará com cerca de 60 milhões pessoas com o nome negativado nos próximos meses; bancos concentram a maior parte das dívidas (48,54%)

Recessão pós-golpe do governo Michel Temer colocou 1,5 milhão de pessoas na lista negra das instituições de proteção ao crédito no primeiro semestre deste ano; segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) cerca de 59,6 milhões de brasileiros estavam com o nome sujo ao longo dos seis primeiros meses de 2017. Total de brasileiros com o nome negativado no comércio corresponde a 39,6% da população com idade entre 188 e 95 anos; para presidente da CNDL, Honório Pinheiro, sem perspectivas de recuperação da economia em curto prazo, o Brasil continuará com cerca de 60 milhões pessoas com o nome negativado nos próximos meses; bancos concentram a maior parte das dívidas (48,54%) (Foto: Paulo Emílio)

247 - A recessão do governo Michel Temer colocou 1,5 milhão de pessoas na lista negra das instituições de proteção ao crédito no primeiro semestre deste ano. Segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) cerca de 59,6 milhões de brasileiros estavam com o nome sujo ao longo dos seis primeiros meses de 2017. Total de brasileiros com o nome negativado no comércio corresponde a 39,6% da população com idade entre 188 e 95 anos.

O presidente da CNDL, Honório Pinheiro, diz que como a economia só deverá dar sinais de recuperação de forma lenta e gradual, o Brasil continuará com cerca de 60 milhões pessoas com o nome negativado nos próximos meses.

O estudo aponta que a negativação é maior na faixa etária compreendida entre 30 e 39 anos. Em junho, 50,44% desta parcela da população - cerca de 17,2 milhões de brasileiros – estava incluída nas listas de proteção ao crédito.

A maior parte das dívidas (48,54%) está localizada junto as instituições bancárias. Logo em seguida aparecem o comércio (20,42%), e os serviços de comunicação (13,81%) e de água e luz (7,96%).