Depressão de Temer derruba gasto supérfluo com malhação

A crise econômica de Michel Temer afetou até o mercado de ginástica e exercícios; a recessão deixou mais vazias as academias nos maiores mercados do país e acirrou a guerra de preços no setor - um movimento que já vinha ocorrendo diante do crescimento de modelos de baixo custo, como o da rede Smart Fit, do grupo Bio Ritmo; epresentantes das empresas apontam queda de 35% a 40% no número de alunos regulares em São Paulo e de 15% no Rio nos últimos 12 meses

A crise econômica de Michel Temer afetou até o mercado de ginástica e exercícios; a recessão deixou mais vazias as academias nos maiores mercados do país e acirrou a guerra de preços no setor - um movimento que já vinha ocorrendo diante do crescimento de modelos de baixo custo, como o da rede Smart Fit, do grupo Bio Ritmo; epresentantes das empresas apontam queda de 35% a 40% no número de alunos regulares em São Paulo e de 15% no Rio nos últimos 12 meses
A crise econômica de Michel Temer afetou até o mercado de ginástica e exercícios; a recessão deixou mais vazias as academias nos maiores mercados do país e acirrou a guerra de preços no setor - um movimento que já vinha ocorrendo diante do crescimento de modelos de baixo custo, como o da rede Smart Fit, do grupo Bio Ritmo; epresentantes das empresas apontam queda de 35% a 40% no número de alunos regulares em São Paulo e de 15% no Rio nos últimos 12 meses (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - A recessão deixou mais vazias as academias nos maiores mercados do país e acirrou a guerra de preços no setor - um movimento que já vinha ocorrendo diante do crescimento de modelos de baixo custo, como o da rede Smart Fit, do grupo Bio Ritmo. Representantes das empresas apontam queda de 35% a 40% no número de alunos regulares em São Paulo e de 15% no Rio nos últimos 12 meses.

"O setor não está mais em queda, mas está mal, pois a economia reage bem devagar. A incerteza deve seguir até alguns meses depois das eleições. A gente vive pisando em ovos, andando devagarinho, tentando sobreviver", diz Gilberto Bertevello, presidente do Sindicato das Academias de São Paulo. Para ele, a melhora deve vir a partir de 2019.

"As redes médias, com mensalidades de R$ 100 a R$ 250 foram as mais atingidas, tanto pelo andar de baixo quanto pelo andar de cima", diz Richard Bilton, presidente da Cia Athletica. Os modelos de baixo custo atraem pelos preços camaradas, enquanto as academias mais sofisticadas atingem um público menos sensível a preço e oferecem uma gama de atividades mais ampla.

Com 17 unidades no país, 35 mil alunos e mensalidades de cerca de R$ 500 até R$ 1.000, a Cia Athletica suspendeu em 2014 o plano de aberturas de novas unidades e decidiu reformar as salas existentes. "Quem continuou na festa, inaugurando unidades, criou dívidas e teve que enfrentar a queda de demanda", afirma Bilton.

As informações são de reportagem de Tatiane Bortolozi e Bruno Villas Bôas no Valor.

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