Derrocada das ações de techs nos EUA levanta a questão: 'a bolha estourou'?

Em artigo para a Infomoney, Lara Rizério situa a polêmica. Alguns analistas veem que a derrocada das ações das techs americanas é correção saudável; já outros ressaltam que baixa pode perdurar por mais tempo

Bolsa de valores de Nova York
Bolsa de valores de Nova York (Foto: REUTERS/Andrew Kelly)
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247 - "A sessão da última quinta-feira (3) marcou uma forte derrocada das grandes techs americanas, baixa essa que se estendeu na sessão desta sexta-feira (4) – ainda que de forma mais tímida – e impactando inclusive as ações das companhias brasileiras", informa Lara Rizério.

"É certo que as companhias do segmento, que inclui Apple, Google, Facebook, Amazon, Alphabet, se beneficiaram muito durante a pandemia do coronavírus com a crescente demanda dos investidores, uma vez que as pessoas ficaram em suas casas e passaram a usar cada vez mais os serviços dessas empresas para trabalharem e se entreterem".

"Contudo, havia muitas dúvidas sobre a sustentabilidade da alta dessas ações, que levaram as bolsas americanas para as máximas históricas no último mês, mesmo em um cenário de forte queda da atividade econômica em meio à pandemia".

"A dúvida foi reforçada com a queda de 8% das ações da Apple na véspera, perdendo mais de US$ 180 bilhões do valor de mercado – a maior perda diária para qualquer companhia na história. Enquanto isso, Amazon , Alphabet (Google) e Microsoft caíram mais de 4% e outras como Tesla e Zoom tiveram quedas ainda maiores, entre 9% e 10%. O Nasdaq teve queda de 4,96%".

"Na sessão desta sexta, a baixa se prolongou, com derrocada que chegou a ser entre 5% e 8% para essas ações, para na reta final do pregão amenizarem. O Nasdaq chegou a ter perdas superiores a 4%, mas fechou em queda de 1,27%".

"Mas, afinal, essa forte queda explica uma baixa pontual ou uma queda contínua dos mercados? Ou, indo até mais longe, pode-se dizer que a “bolha” das techs estourou?" - veja a íntegra no Infomoney

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