Dilma perde para Lula, mas supera FHC na economia

PIB per capita – ou "ganhos de bem-estar da sociedade", como é visto pelos economistas – sofreu queda de 0,7% em 2014, mas média do primeiro mandato da presidente Dilma ainda foi superior aos ganhos obtidos durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso; número é similar ao registrado nos períodos de Fernando Collor e Itamar Franco, perdendo apenas para os governos do ex-presidente Lula; destaque fica para o segundo mandato do petista, que teve crescimento de 3,5% do PIB per capita, 1,2 ponto percentual acima da média global; especialistas acreditam que, apesar de o mais comum ser comparar, entre governos, o crescimento médio do PIB, observar o resultado do PIB per capita seja o mais correto – uma fórmula mais próxima do que seria o avanço da riqueza da população

PIB per capita – ou "ganhos de bem-estar da sociedade", como é visto pelos economistas – sofreu queda de 0,7% em 2014, mas média do primeiro mandato da presidente Dilma ainda foi superior aos ganhos obtidos durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso; número é similar ao registrado nos períodos de Fernando Collor e Itamar Franco, perdendo apenas para os governos do ex-presidente Lula; destaque fica para o segundo mandato do petista, que teve crescimento de 3,5% do PIB per capita, 1,2 ponto percentual acima da média global; especialistas acreditam que, apesar de o mais comum ser comparar, entre governos, o crescimento médio do PIB, observar o resultado do PIB per capita seja o mais correto – uma fórmula mais próxima do que seria o avanço da riqueza da população
PIB per capita – ou "ganhos de bem-estar da sociedade", como é visto pelos economistas – sofreu queda de 0,7% em 2014, mas média do primeiro mandato da presidente Dilma ainda foi superior aos ganhos obtidos durante os dois governos de Fernando Henrique Cardoso; número é similar ao registrado nos períodos de Fernando Collor e Itamar Franco, perdendo apenas para os governos do ex-presidente Lula; destaque fica para o segundo mandato do petista, que teve crescimento de 3,5% do PIB per capita, 1,2 ponto percentual acima da média global; especialistas acreditam que, apesar de o mais comum ser comparar, entre governos, o crescimento médio do PIB, observar o resultado do PIB per capita seja o mais correto – uma fórmula mais próxima do que seria o avanço da riqueza da população (Foto: Gisele Federicce)

247 – A população brasileira está mais rica durante o governo da presidente Dilma Rousseff do que durante os dois governos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A prova disso está no resultado do PIB per capita de 2014, que mesmo tendo caído 0,7% – o que indica que a população ficou mais pobre – o número ainda é maior do que o registrando no período do governo tucano.

Segundo dados do IBGE, o crescimento médio do PIB per capita do primeiro mandato de Dilma foi de 1,2%, enquanto dos governos de FHC foram de 1,1% no primeiro mandato e de 0,9% no segundo. O resultado da petista só perde para seu antecessor, Lula, que registrou crescimento médio de 2,2% nos primeiros quatro anos e de 3,5% no segundo período, recorde do País e 1,2 ponto percentual acima da média global. O resultado do governo Dilma é igual ao dos governos de Fernando Collor e de Itamar Franco.

Os especialistas acreditam, de acordo com reportagem do jornal Valor Econômico desta segunda-feira 30, que, apesar de ser mais comum a comparação do crescimento médio do PIB na comparação entre governos, o mais correto seria olhar para o PIB per capita, pois ele representa – uma fórmula mais próxima de registrar os ganhos de bem-estar da sociedade. No cálculo, é usado o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) somado com a escolaridade e a expectativa de vida da população.

Conforme explica o professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), Jorge Arbache, é o PIB per capita que melhor representa a possibilidade de riqueza e de recursos na economia, uma vez que quanto maior o crescimento da população, mais fácil seria, para o País, crescer. "Se um PIB sobe 3% e a população cresce 6%, na verdade esse povo ficou mais pobre, independentemente de o país ter crescido", exemplifica.

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